ADE-PR: Associação de Divulgadores do Espiritismo do Paraná

Especial

Marca de nascença no menino Ian é evidência a favor da reencarnação. Assista o vídeo clicando aqui.

Série André Luiz

O texto a seguir é uma síntese muito breve da obra, para obter um resumo mais detalhado clique aqui.

E a vida continua

“Quanto maior a cultura de um Espírito encarnado, mais dolorosos se lhe mostrarão os resultados da perda de tempo”

A jovem Sra. Evelina Serpa, gravemente enferma dos rins, conhece o Sr. Ernesto Fantini, igualmente doente, em estância mineira. / Conversam, ela católica, ele livre-pensador, sobre operações que farão, a questão da morte, suas famílias etc. Evelina revela que 6 anos antes, ao optar pelo casamento com Caio Serpa, provocou o suicídio de Túlio Mancini. / Evelina não se recupera, após a operação. / Em tratamento, num hospital desconhecido, sem meios de ver Caio e os pais, reencontra Ernesto e retomam a amizade. / Sofre recaída ao se fixar na doença. Recupera-se. Sente os pés mais leves, as idéias mais vigorosas e belas. / Ernesto lhe diz que tivera a impressão de morrer... Dúvidas: onde estão? / Recebem recomendação de não pensarem nos parentes, na doença. / Conhecem Alzira, que revela ter ouvido alguém dizer: “Minha mãe virá da Terra...”(!) A Sra. Tamburini não tem dúvidas: “Estamos mortos !”. / Perguntam a uma enfermeira quem paga suas contas; a resposta: “os que vos amam”. / Imaginam estar num instituto de saúde mental. / Comparecem a um encontro de cultura espiritual e conhecem o Irmão Cláudio, que lhes garante estarem num departamento da vida espiritual, mas tão material quanto o que deixaram na Crosta; frisa, porém, que há grande diversidade de situações após a morte: “ao lado do nosso vilarejo, temos vasto território, asilo de irmãos desajustados, qual hospício na Terra”. / Consultam o Instrutor Ribas, psiquiatra, no Instituto de Proteção Espiritual: gravação e filmagem. Ribas diz que Evelina, católica, poderia ter se preparado melhor para a morte; pergunta-lhe se perdoou Caio e a moça com quem a traía, durante sua doença. Evelina diz que ainda não... Ribas explica a Ernesto o porquê do esquecimento na reencarnação. Ernesto confessa um assassinato e não entende a razão de estar em tão boa situação. / Vêem máquinas voadoras indo da cidade para o território sombrio. / Encontram Túlio, que é recolhido. A ajuda a ele é difícil, pois se revela rebelde e psicótico na paixão por Evelina. Constatam que só a miniaturização, para reencarne, auxiliará de fato Túlio. / Após 2 anos e muitas petições, retornam aos lares. Dolorosas surpresas: a amante de Caio é Vera, filha de Ernesto; a esposa dele, Elisa, abomina-lhe a memória e vive em perfeita sintonia com o falecido Desidério (Dedé), seu obsessor, pai de Evelina. Ernesto pensava haver assassinado Dedé, numa caçada, mas o matador foi Amâncio, padrasto de Evelina. Dedé acusa Ernesto e Amâncio por sua morte. / Evelina e Ernesto, em estado de choque, recebem tratamento. / Começam a trabalhar na construção do futuro. Evelina, com muito amor, consegue libertar Elisa de Dedé. / Patrocinam, após a morte de Elisa, o casamento de Caio e Vera, que recebem por filhos Túlio e Elisa. Dedé também renasce e torna-se filho adotivo de Amâncio. / As diretrizes superiores se cumprem e Evelina e Ernesto terão 30 anos de trabalho pela frente, em apoio aos familiares. Suas formas convergem, em idade aparente; eles se unem espiritualmente.

Carro, cavalo e cocheiro simbolizam corpo físico, corpo espiritual e espírito. / Lembranças de Evelina: recapitulação da vida; tremendo choque; sente-se flutuando sobre o próprio corpo. / “Não será possível arrebatar às criaturas os princípios religiosos de que dispõem, sem graves prejuízos para elas.” / “As pessoas chegam aqui como são, como se fizeram na realidade interna, e se situam em comunidades ou faixas de afinidades.” / A matéria é luz coagulada, substância divina que sugere a onipresença de Deus. / A verdade pode ser inverossímil, mas de que vale preferir a ilusão à realidade? / “Não julgueis, para não serdes julgados.” / “Sábios, em que aplicastes os dotes do conhecimento? Em que boas obras convertestes o clarão do vosso entendimento?” / “O prejuízo ao próximo, a ofensa, a criminalidade e a ingratidão colhem ali dolorosos reajustes.” / A força do exemplo... / Somos impelidos para as pessoas ou circunstâncias que se afinem conosco ou com os nossos problemas. / Deus nos permite abraçar, como filhos, aqueles que não sabemos amar em outras posições sentimentais.

E a vida continua: resumo detalhado

Veja também:

ADE-PR © 2019 / Desenvolvido por Leandro Corso