ADE-PR: Associação de Divulgadores do Espiritismo do Paraná

Especial

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Jornal Comunica Ação Espírita | 139ª edição | 05 de 2020.

Autorretrato

 

A estreia de “Além da Vida”; a falta e o excesso material pelo consumismo; vários filmes espíritas que marcaram o início da década; e o I Prêmio Observatório Espírita recebido por este jornal

Tal qual as principais matérias da edição nº 77 deste nosso veículo de informação estiveram estampadas na capa da ocasião, também agora fazemos menção a elas. E o principal destaque anotado no primeiro bimestre de 2010 foi a premiação que o CAE recebeu da Rádio (WEB) Espírita, da ADE-Campinas, através do |I Prêmio Observatório Espírita.
Outra notícia importante destacada foi a posse de Zélia Carneiro Baruffi como presidente da ADE-PR e o título “Quatro filmes e um documentário no centenário de Chico Xavier.
Vamos, então aos detalhes. A publicação do Demonstrativo de Receitas e Despesas da nossa instituição referente ao biênio 2008-2009, à página 4, foi assunto do Editorial, cujo título foi “Nas entrelinhas da administração”. Naquele espaço algumas informações que costumam ir bem além dos números, necessários, obrigatórios, para dar satisfação aos colaboradores sobre o uso dos recursos, porém, ainda, assim, frios, incapazes de mostrar as dificuldades enfrentadas, os esforços aplicados para vencê-las.
Vale recordar o texto menor da página 5, sob título “Além da vida”, a nova novela da Globo volta a abordar o Espiritismo”. A notícia dava conta do folhetim com o título acima escrito por Elizabeth Jhin cujas gravações seriam iniciadas na segunda quinzena de janeiro e com previsão de estreia no mês de março ou abril daquela ano.
O espírito do personagem vivido por Humberto Martins, morto em acidente, voltaria do Umbral para atrapalhar a vida amorosa do pai apaixonado pela sua ex-namorada. Tudo isso, embasado nas obras de André Luiz, tendo como tema a obsessão e a lei de causa e efeito.
Nas páginas centrais, nosso editor, Wilson Czerski, discorreu sobre “Literatura espírita”. Reproduzimos aqui a sua “CONCLUSÃO”: A divulgação espírita através do livro é atendida por um conjunto de fatores e que se entrelaçam: conteúdo, temática, doutrina, autor, edição, distribuição, custo e leitor. Da somatória dos sete primeiros resulta a qualidade da mensagem que alcançará o último.
“Um americano joga no lixo 27% dos alimentos. Com isso, 80 milhões de pessoas poderiam ser alimentadas. Se na Somália dois milhões passam fome, 66% dos americanos estão acima do peso”. Bem, este parágrafo foi destacado naquilo que em jornalismo se chama ‘boxe’, ou seja, geralmente um retângulo, ainda que sem demarcação por linhas, no qual põe-se em evidência uma frase do articulista ou citação de um entrevistado, por exemplo, com o intuito de despertar interesse imediato do leitor, levando-o ao ato de ler todo o texto.
Recomenda-se uma pesquisa atualizada para confirmar a manutenção ou não dos números ali registrados. Teriam melhorado ou piorado? A questão é que o texto confrontava a falta do absolutamente necessário para grandes populações espalhadas pelo planeta, mas principalmente, no continente africano, aos excessos cometidos pelos países desenvolvidos através do consumismo.
Na página 11, então, voltamos às notícias referentes a uma série de filmes com temática espírita que chegava aos cinemas brasileiros. Para o dia 02 de abril daquele ano de 2010 estava marcada a estreia do filme sobre o médium Chico Xavier, curiosamente tendo como ator a representá-lo, alguém com o mesmo sobrenome, Nelson Xavier. Completavam o elenco Paulo Goulart, Christiane Torloni e Tony Ramos.
Na horizonte de lançamentos estava Nosso Lar, de Wagner Assis, que, aliás, viria  registrar o maior sucesso do gênero. Também no radar, As Mães de Chico, de Glauber Rocha Filho, mesmo diretor de “Bezerra de Menezes, o diário de um espírito”, filme que inaugurou a fase de temática espírita.
Mais dois filmes estavam sendo planejados. O primeiro deles, E a vida continua, de Paulo Figueiredo, e o documentário A Cartas, de Cristina Grumbach.
Na página que fechou a edição, “Os destaques da Imprensa Espírita em 2009”, segundo a ADE-Campinas, e o prêmio do Comunica Ação Espírita. Distribuído em cinco categorias diferentes, como “Resgate Histórico”, “Entrevistas”, ”Ciência Espírita”, “Popularização do Espiritismo” e “Espiritismo e Sociedade”, o I Prêmio Observatório Espírita objetivou fazer um reconhecimento público do trabalho desenvolvido pela imprensa espírita do país naquele ano.
Nosso periódico, Comunica Ação Espírita, foi o veiculador de matéria de Gliquéria Yarentchuk, com o texto “Centenário de nascimento da poetisa Nair Westphalen”. A entrega dos prêmios ocorreu no dia 06 de fevereiro, em Campinas.

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