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Especial

Marca de nascença no menino Ian é evidência a favor da reencarnação. Assista o vídeo clicando aqui.

Jornal Comunica Ação Espírita | 139ª edição | 05 de 2020.

Livros que eu recomendo

 

A fé influencia diretamente a dinâmica celular

 

“A biologia da Crença” não é um livro espírita. Seu autor é o biólogo e professor americano Bruce H. Lipton. O livro tem 256 páginas, foi publicado em 2005 e aqui no Brasil, em 2007, pela editora Butterfly.

Se não é um livro espírita, o que ele tem de tão especial para merecer figurar aqui nessa seção, Livros que eu recomendo? Acontece que muito do seu conteúdo está fortemente relacionado com os conceitos espíritas.

Mas antes temos que estar preparados para recapitular algumas lições aprendidas nos bancos escolares sobre a composição e funcionamento celular. E também nos familiarizar com algumas descobertas novas como, por exemplo, a de que o ‘cérebro’ da célula não é o seu núcleo, mas a membrana. Ou então sobre o papel e a classificação das proteínas em receptoras e executoras.

Acontece que o prof. Lipton é um grande pesquisador da área da interação entre o funcionamento do corpo humano e o ambiente. Ele é um dos precursores de uma nova ciência, a epigenética e trabalha o livro demonstrando que não há determinismo genético.

Valoriza a influência do ambiente e enfatiza a importância das programações impostas ao subconsciente e a necessidade de alterá-las. “As crenças controlam o comportamento, a atividade genética e o desenvolvimento de nossa vida”, afirma ele.

E acrescenta: “Só pensamento positivo e força de vontade não bastam. É preciso reprogramar o subconsciente”, o que no jargão espírita significa romper com os atavismos adquiridos e mantidos em reencarnações passadas e que nos fazem mal. É a tal da reforma íntima.

O destaque comprobatório do autor para a influência da fé na saúde está na explanação e estatísticas apresentadas relativas ao efeito placebo, inclusive no tratamento da depressão.

Apesar de realçar cientificamente quase no livro inteiro a importância da fé nos mecanismos da cura ou manutenção da saúde, incluindo a influência do comportamento dos pais durante a gestação de seus filhos, é somente no epílogo que, finalmente, ele menciona, de modo explícito, a alma pré-existente ao corpo e a reencarnação. 

Ele raciocina que o nosso “eu” não está nos receptores das proteínas da membrana celular, mas no ambiente e este, como um todo, é o universo ou o próprio Deus.

Esse livro é, portanto, uma excelente oportunidade de autoconhecimento sobre o corpo e a mente ou alma, examinado do ponto de vista de um cientista que, de ateu declarado até então, do próprio laboratório obtém as provas sobre o espírito, a fé e Deus.

 

 

 

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