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Jornal Comunica Ação Espírita | 141ª edição | 09 de 2020.

Perguntas & Respostas

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Há alguma explicação para o fato de muitas pessoas dos chamados grupos de risco, mesmo contaminadas, manifestarem poucos sintomas da Covid-19 ou até em casos mais graves da doença – algumas com comorbidades - conseguirem a recuperação enquanto muitas outras, jovens e saudáveis irem a óbito?

 

Obviamente o sentido da pergunta é para as possíveis conexões com o aspecto espiritual. Portanto, não cabenos demorarmos com esclarecimentos que dizem respeito somente à medicina, até porque não estamos capacitados para isso, tendo nossos conhecimentos limitados ao que está ao alcance do público em geral.

Sabemos que nada acontece sem a permissão de Deus, porém, não necessariamente por sua vontade. Para o surgimento da pandemia, podemos pensar em

uma expiação ou provação coletiva. Se relacionada mais à primeira, atrelada à lei de Causa e Efeito e com raízes no passado da humanidade. Se com caráter mais provacional, a apresentação de dificílimo teste de avaliação de como todos somos capazes de enfrentar uma situação destas e mirando o futuro.

Também é possível raciocinar que se no geral a Covid-19 pode representar uma expiação, no individual pode assumir feições mais próximas de uma provação. E também pode ocorrer o inverso. Ensinam-nos os Espíritos que toda expiação é uma, entretanto, nem toda prova é uma expiação.

A hipótese de que as pessoas contaminadas e atingidas por sintomas graves ou mesmo levadas a óbito possuam componentes cármicos que estão sendo agora resgatados, pode servir para explicar muitos casos, entretanto, estão longe de explicar todos.

Isso nos leva ao ponto central da pergunta do início. Por que pessoas jovens e com boa saúde são surpreendidas pelo vírus, adoecem e até desencarnam enquanto há tantos exemplos de pessoas de risco, até centenárias e com doenças crônicas, que são contaminadas e não apresentam sintomas ou então são internadas, mas sobrevivem? Também é fato que um número imenso de pessoas são contaminadas, mas sequer sabem disso porque são totalmente assintomáticas.

Fala-se em estar com o sistema imunológico em dia para evitar ser contaminado ou sofrer sintomas mais intensos. E isso tem a ver com propensão genética e interação com meio ambiente, estilo de vida, etc. Mas nós já vemos por trás disso tudo também um componente espiritual.

Se estivermos diante de uma provação coletiva que se materializou na forma de uma espécie de tempestade fluídica ou energética com a finalidade de sanear parcialmente a psicosfera do planeta, podemos fazer a seguinte analogia. Tal qual uma tempestade meteorológica não separa sobre quem ela vai cair, uma situação especial como a que estamos tratando também não pode selecionar 100% quem vai atingir.

A pandemia, de maneiras e graus diferentes, tem atingido todos nós, servindo-nos de testes, provas à nossa fé, paciência, resignação, perseverança, solidariedade, amor ao próximo. Para muitos pode configurar expiações, reajustes por equívocos mais ou menos graves cometidos na vida atual ou pretéritas.

Contudo, em nossa opinião, em muitos casos, o vírus simplesmente apanha indivíduos desprevenidos espiritualmente como aquele que vê o céu escuro, mas sai sem guarda-chuva mesmo assim.

Em resumo, para estes últimos, não se trataria de demérito ou dívidas do passado, apenas vulnerabilidade espiritual, enquanto para os que escapam ilesos ou com poucos danos, é por apresentar méritos, mais fé, equilíbrio permanente, o hábito da oração e merecimento de proteção espiritual acima da média.

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