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Jornal Comunica Ação Espírita | 144ª edição | 03 de 2021.

Fidelidade

Por Carlos Augusto de São José

 

Em todas as atividades humanas cobra-se fidelidade. Ao nos casarmos, exigimos fidelidade conjugal. Toda empresa, quando nos contrata, impõe, no exercício da função, a fidelidade na execução dos atos administrativos e técnicos. 

Nas práticas esportivas não é diferente. Para isso, sempre há um treinador. A Bíblia nos diz que Deus é fiel. Emmanuel, o querido benfeitor de Chico Xavier foi taxativo: “Se atravessastes os pórticos da Doutrina Espírita não lhe negues fidelidade”.

A fidelidade é um dos mais nobres dos sentimentos conhecidos. A pessoa fiel é bondosa, cumpridora rigorosa de suas obrigações, inteligente; é submissa às ordens recebidas. 

No militarismo, em todas as nações, a disciplina, como princípio de fidelidade, identifica o mais alto padrão de consciência cívica. Na fidelidade, em seu melhor nível, sempre há senso de responsabilidade e honestidade ante os compromissos assumidos. 

Na literatura comum há inúmeros exemplos a considerar. Homero em sua obra “Odisseia”, escrita no século VIII a.C. descreve a luta de Ulisses no esforço de retornar Ítaca, seu berço natal, e reencontrar a esposa querida, Penélope. Ela consegue escapar do assédio, na ausência de Ulisses. Por muitos anos, tecia uma rede de dia e a desfazia de noite.

O filme “Sempre ao seu lado”, protagonizado por Richard Gere, exalta um dos mais belos exemplos dado por um cão, chamado carinhosamente de Hatchi. A fidelidade ao dono, por longos anos, rendeu-lhe um busto, homenageando-o em frente à estação rodoviária da cidade japonesa de Odate. Estatuetas do belo animal ainda hoje, são vendidas como símbolo de fidelidade. O fato se deu na década de vinte do século passado.

Kardec expressou de outra forma a fidelidade, colocando em “O Livro dos Médiuns”, no capítulo XX, a frase: “É melhor repelir dez verdades do que admitir uma única falsidade entre elas” (*).

Assim, entende-se melhor por que Jesus nos pediu que o “nosso sim, seja sim, e o nosso não seja não.”

 

(*) NE. – Na verdade a referida frase é do espírito Erasto e não de Allan Kardec.

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