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Jornal Comunica Ação Espírita | 81ª edição | 09 de 2010.

Curiosidades sobre o filme Nosso Lar

“Nosso Lar” confirma expectativas e já estabeleceu novo recorde de público na história cinematográfica brasileira. Em apenas cinco dias, levou às 443 salas de exibição, um milhão de pessoas. É considerado a maior produção brasileira e não só pelo seu custo de 20 milhões de reais. Outros números confirmam o título. As informações abaixo são do blog de Fernando Leite

Uma muralha de 70 metros de comprimento construída em Guaratiba, no Rio de Janeiro, meia tonelada de gelo seco para produzir fumaça e uma pedreira de 10 mil metros quadrados como locação. Estes são alguns dos números das filmagens de “Nosso Lar”, superprodução que traz efeitos visuais inéditos no cinema nacional. Abaixo outros detalhes que aumentam a curiosidade em torno do longa, baseado na obra psicografada por Chico Xavier.

As filmagens foram realizadas no Rio de Janeiro e em Brasília durante oito semanas. A muralha de “Nosso Lar” foi construída ao ar livre em uma fazenda em Guaratiba-RJ, tinha cerca de 70 metros de comprimento e sete de altura. Sua construção envolveu cerca de 30 profissionais e durou um mês. Encerradas as gravações ali, a equipe transportou o portal e 20 metros de muralha para o bairro de São Cristovão, onde foram filmadas cenas da entrada e da alameda principal da colônia.

A empresa canadense Intelligent Creatures trabalhou nove meses para aperfeiçoar visualmente 350 imagens do filme. A equipe chegou a contar com 90 profissionais. Já a equipe brasileira viajou diversas vezes para Toronto e enfrentou temperatura negativa de 33 graus.

Para as filmagens foram necessários cerca de 1.000 metros quadrados de chroma key (fundo azul). Em alguns casos, como os das cenas da parte externa de Nosso Lar, rodadas no Monumento aos Pracinhas, no Rio de Janeiro, a equipe produziu um chroma-key de 360 metros quadrados. Nas cenas da casa de Lísias, foram construídas fachadas de algumas casas e com a ajuda dos painéis de chroma-key, originou-se um efeito de uma rua repleta de casas.

Os efeitos visuais consumiram mais de 2.000 metros de fios, tubos e cabos. Foram usadas mais de 50 máquinas e mais de meia tonelada de gelo seco para reprodução dos diferentes tipos de fumaça. Já o aeróbus com cerca de 14 metros de comprimento e peso de sete toneladas era tão grande que a equipe não conseguia lugar para guardá-lo. Foi construído em Novo Hamburgo-RS e demorou cinco dias para chegar ao Rio de Janeiro em uma carreta estendida.

As cenas do Umbral foram realizadas em uma pedreira no bairro de Jacarepaguá, no Rio, com área de 10.000 metros quadrados, duas vezes o tamanho do Maracanã. Foram utilizados 8 km de cabo e as luzes tiveram de ser erguidas por dois “carvalhões” (tratores) a mais de 50 metros de altura.

A cena da guerra foi responsável pelo dia mais longo de filmagem. O ambiente inóspito e a locação longínqua transformaram a gravação em uma verdadeira operação de guerra, que contou com quase todo o elenco, equipe e figurantes, somando cerca de 1.000 pessoas no set.

A criação do figurino para os habitantes do Umbral baseou-se na ideia de como eram aqueles espíritos enquanto encarnados - estilo de vida, hábitos, roupas. Depois, as cerca de 1.500 peças de figurino foram desgastadas.

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