ADE-PR: Associação de Divulgadores do Espiritismo do Paraná

Especial

Marca de nascença no menino Ian é evidência a favor da reencarnação. Assista o vídeo clicando aqui.

Jornal Comunica Ação Espírita | 86ª edição | 07 de 2011.

O que dizem os outros jornais

Os períodos de 70 anos e a Terra regenerada

      Alkíndar de Oliveira, em O Espírito da Verdade – nkaps@nkaps.org.br (ed. abril-maio/2011, São Paulo-SP) traz sob título “A nossa mais importante encarnação”, importantes revelações e cálculos a respeito de mudanças esperadas para o planeta quanto à sua espiritualização.


      Parte da afirmação de Kardec a respeito dos períodos pelos quais passaria o Espiritismo especificando que “... durante duas ou três gerações, ainda haverá ... incredulidade...”. Considerando o tempo de uma geração, à época, como 70 anos, se passariam de 140 a 210 anos até que o Espiritismo se tornasse crença comum. Com início em 1857, contaríamos para tal entre os anos de 1997 e 2067.


      Emmanuel, por Chico Xavier, no livro “Plantão de Respostas”, fixou o ano de 2057 com marco da passagem da Terra a mundo de regeneração, dez anos menos da data máxima de Kardec. Bezerra de Menezes, por Wanderley Soares, em “Atitude de amor”, fala em três períodos de 70 anos cada: 1857-1927 (consolidação da Doutrina como ideias não humanas), 1928-1997 (proliferação dos centros espíritas e difusão) e 1998-2067, novamente a mesma data já observada anteriormente.


      Também Joanna de Ângelis, por Divaldo Franco, em “Momentos de Harmonia”, 1991, afirma que “... dá-se neste momento a renovação do Planeta” e Bezerra de Menezes (psicofonia de Divaldo, em 2004) confirma: “... este é o grande momento de transição do Mundo de Provas e Expiações para o Mundo de Regeneração.

      Para 2060, além dos ‘espíritos nobres, fraternos e inteligentes’ que já estão retornando à Terra e terão 70 anos, outros 200.000, altamente evoluídos, com retorno para cá em 2025, segundo Divaldo, terão 35 anos de idade.

Entrevista com a atriz Beth Goulart

      Foi publicada na revista Ser Espírita – redaçao@serespirita.com.br (ed. n° 13, Curitiba). Na ocasião, ela explicou que procede de família espírita, filha dos também atores Paulo Goulart e Nicete Bruno, todos participantes da SBBE – Sociedade Brasileira de Estudos Espíritas, da capital paranaense. Nicete, atual vice-presidente da instituição, e Beth iniciaram-se no Espiritismo através do médium Maury Rodrigues, sob orientação do mentor Leocádio José Correia.


      Beth destaca o processo evolutivo, o livre-arbítrio e a fé como os ensinamentos mais importantes que a Doutrina Espírita oferece à sua vida. Não se transforma aquele que não se conhece, diz ela. Não existem pessoas só boas ou só más; somos todos cheios de contradições e influenciados pelo meio e pela educação das vidas passadas.


      Respondeu sobre questões como a aplicação dos ensinamentos espíritas em sua vida, a contribuição deles para o meio artístico e a expansão do Espiritismo na mídia. E falou sobre a experiência de viver o papel de uma vítima de um incêndio de 1974, na cidade de São Paulo, no filme “Joelma – 93° Andar”.

      Interrogada sobre o que pensa sobre a evolução da Doutrina Espírita com uma melhor contextualização aos tempos de hoje, respondeu: “... a evolução é constante e cada descoberta precisa de seu tempo para ser absorvida, transmitida e contextualizada. Precisamos não parar nunca de estudar, pesquisar, ler, perguntar, absorver, compreender e dialogar, trocar ideias, refletir, meditar e exercitar estas ideias em nosso cotidiano porque a teoria é maravilhosa e necessária, mas a prática é que nos deixa prontos para a verdadeira transformação”.

A mediunidade na vida de grandes figuras

      A Tribuna Espírita – celc.pb@gmail.com (ed. n° 158, novembro-dezembro/2010, João Pessoa), trouxe uma relação de 21 personagens históricos, entre escritores, músicos e compositores que tiveram alguma relação com a mediunidade.


      Carlos Gomes viu, em várias ocasiões e locais, seus pais desencarnados. Camilo Castelo Branco confessou: “Chego a ter a sensação de que alguém escreve por minhas mãos...”. Dante Aligheri disse que viajava com seu guia espiritual ao outro mundo. Allan Poe revelou ser médium consciente. Chopin viu espíritos de frades e ouviu cânticos religiosos num casarão antigo nas ilhas Baleares.


      O escritor Paul Adam declarou ao Le Journal: “Fui excepcional médium escrevente. A força que me inspirava tinha tal intensidade física que obrigava o lápis a subir sozinho pelo aclive do papel...”. Rui Barbosa, usando a “brincadeira do copo”, na casa de amigos, recebeu uma mensagem do espírito do jornalista inglês William Stead, morto momentos antes no naufrágio do Titanic.


      Victor Hugo participou de inúmeras sessões espíritas e William Blake admitiu que escreveu muitas de suas poesias sob influência de um espírito chamado Milton. Afrânio Peixoto, Beetthoven, Mozart, Júlio Verne, Verdi e outros também tiveram algum tipo de relação com a mediunidade em seu trabalho.

Rádio Boa Nova divulga o Espiritismo há quase meio século

      Dirigente Espírita – use@use-sp.com.br (ed. n° 123, maio-junho, São Paulo-SP) conta um pouco da história da emissora, que surgiu em 1963, sua expansão e programação atual. Há, segundo seu diretor, Jather Jacomini, “uma grande preocupação com a profissionalização técnica, administrativa e artística...”.

      A programação mescla Espiritismo, espiritualismo, música, notícia e entretenimento em cerca de 130 programas e 270 colaboradores e chega a mais de 50 países. Para quem mora fora das áreas cobertas (além da Grande São Paulo, a programação é retransmitida em Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Rio de Janeiro), é possível sintonizar via parabólica, internet (www.radioboanova.com.br) e Iphone.


      Em São Paulo, a Boa Nova está com audiência entre as dez primeiras AM há uma década, tendo tido um pico de 28 mil ouvintes por minuto, o que lhe valeu o 4° lugar.

A tragédia do Realengo

     Richard Simonetti, em sua coluna “Pinga-Fogo”, na Revista Internacional de Espiritismo – clarim@oclarim.com.br (ed. de junho, Matão-SP), esclarece que as crianças assassinadas não cumpriram um carma. “Se assim fosse, estaríamos justificando o criminoso... que estaria atuando como instrumento de Deus”.


     Na pergunta seguinte, se as vítimas não precisavam morrer assim e teriam sofrido um acidente de percurso, ele responde afirmativamente, acrescentando que a razão foi a inferioridade humana. Acidentes de percurso – explica – são decorrentes da imperfeição humana.

 
     Naturalmente, o articulista faz outros esclarecimentos mais completos para respaldar seu ponto de vista. E conclui: “Ainda que males não programados aconteçam em nossa vida, estaremos todos em paz, na Terra ou no Além...”.

Receba em casa a versão impressa do jornal Comunica Ação Espírita

Assine agora mesmo

ADE-PR © 2020 / Desenvolvido por Leandro Corso