ADE-PR: Associação de Divulgadores do Espiritismo do Paraná

Especial

Marca de nascença no menino Ian é evidência a favor da reencarnação. Assista o vídeo clicando aqui.

Jornal Comunica Ação Espírita | 90ª edição | 03 de 2012.

Datas para homenagens e reflexões

            Num curto intervalo de 18 dias os espíritas dispõem de três datas muito importantes e que devem suscitar lembranças de carinho, de saudades algumas, de reverência e gratidão, outras. Enfim, que não podem passar em branco.

            Trinta e um de março nos remete ao ano de 1869 que assinala a desencarnação do grande mestre Allan Kardec. Pelo fato de não possuirmos chefes, não significa que não devemos render justas homenagens e exaltar uma personalidade como a do ilustre professor francês que, à custa de inauditos esforços e sacrifícios, somados à privilegiada inteligência, deixou-nos o precioso legado da sistematização daquilo que hoje conhecemos como Doutrina Espírita.

            E ao falar dele, logo nos vem à mente a execução de sua principal obra: O Livro dos Espíritos, publicada em 18 de abril de 1857. Verdadeiro marco na história da Humanidade em geral e na do espiritualismo em particular. Até então, o que tínhamos eram conhecimentos esparsos, verdades de mescla com muita superstição e misticismo. Rigor metodológico na observação e experimentação, lucidez de raciocínio, honestidade acima de tudo, fazem desta obra um tesouro de inestimável valor para todo aquele que decide se debruçar sobre seus ensinamentos sem ideias preconcebidas, preconceitos ou má-fé.

            Já, no dia 02 de abril, nosso pensamento dirige-se ao maior vulto espírita brasileiro, o médium e humanista Francisco Cândido Xavier. Como esquecer sua vasta obra literária, composta por mais de 420 títulos, embora sempre enfatizasse que ele era somente o “burrico” dos espíritos que atuavam por seu intermédio?

            E os exemplos de amor legítimo e caridade desmedida? Aliás, soube como pouquíssimos que passaram pela Terra, colocar o amor em movimento através da caridade, transformá-lo em obras, materializar o sentimento em pão para os pobres e consolo aos corações aflitos.

            Kardec, Chico, O Livro dos Espíritos, como lhes somos gratos!

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