ADE-PR: Associação de Divulgadores do Espiritismo do Paraná

Especial

Marca de nascença no menino Ian é evidência a favor da reencarnação. Assista o vídeo clicando aqui.

Jornal Comunica Ação Espírita | 108ª edição | 03 de 2015.

O que dizem os outros jornais

  • O menino James Leninger, reencarnação de O menino James Leninger, reencarnação de

Dois casos comprovados de reencarnação

 A Revista Internacional de Espiritismo- oclarim@oclarim.com.br (Matão – SP, ed.mar/15) traz uma entrevista com Jim Tucker, diretor médico da Clínica de Psiquiatria Infantil e Familiar e professor de Psiquiatria e Ciências Neurocomportamentais da Universidade da Virgínia – USA. Ele tem dado sequência ao trabalho sobre reencarnação após a aposentadoria de Ian Stevenson, em 2002. As pesquisas sobre o assunto vêm desde 1962 e Stevenson desencarnou em 2007.
 Entre as declarações que consideramos mais relevantes de Tucker citamos que a a média de idade em que a criança começa a falar sobre vida passada é de 35 meses e cessa em torno dos seis ou sete anos. Informa que na maioria dos casos estudados as crianças descrevem a vida de alguém que não fazia parte da família.
 Chama-nos a atenção esse dado porque aprendemos através da revelação dos Espíritos que, em geral, reencarnamos na mesma família e não o contrário. Naturalmente, que o universo pesquisado nestes estudos é irrisório em comparação ao total de reencarnações no planeta, mas não deixa de merecer uma atenção maior de nossa parte.
A pedido do entrevistador, Tucker resue na entrevista dois casos “surpreendentes”. O primeiro deles o do menino Ryan, de Oklahoma que afirmava ter vivido em Hollywood. Em certa ocasião apontou um homem, figurante, em uma imagem de filme antigo reconhecendo-se nele. Encaminhado o caso ao conhecimento dos pesquisadores comprovou-se que realmente os detalhes fornecidos por Ryan combinavam com a da vida do ator: dançara na Broadway, depois fora para Hollywood para trabalhar no cinema, teve uma agência de talentos de sucesso e possuía uma grande casa com piscina.
O outro caso lembrado por Tucker foi do menino James Leininger que tinha pesadelos terríveis com acidente de avião. Fora, segundo relatava, piloto americano a bordo do porta-aviões USS Natoma Bay e fora abatido pelos japoneses em Iwo Jima, no Pacífico. James citava um amigo, Jack Larsen que foi localizado em Arkansas. James fora o único piloto a perder a vida.


                          O jovem espírita e os problemas sociais

Carlos Augusto de São José
carlosaugusto21240@gmail.com


Meditando sobre o comportamento de alguns jovens espíritas que se insurgem contra os problemas sociais, portando métodos incompatíveis com a Doutrina que dizem amar, afirmando princípios que ela não esposa, nos obrigam a uma demorada reflexão.
Queremos lembrar que a melhor resposta a ser dada aos erros da atual conjuntura humana deve estar no mesmo nível dos postulados evangélicos que apregoamos, considerando ser absurdo falar-se de amor e concórdia disseminando ódio ou uma agressividade injustificável. Seria o equivalente a plantar uma árvore negando-lhe o adubo e a água. Atentos a essa verdade inabalável é que concluímos que toda “revolta que não edifica, animaliza”.
Reconhecemos que o Evangelho não é estrada de fuga aos problemas sociais e nem faz apologia de um anacoretismo moderno, mas, forçosamente, nos leva à plena compreensão de que as posições agressivas, no campo verbal ou físico, buscando atingir os que erram ou que parecem errar, em hipótese alguma, são soluções cabíveis.
O Espiritismo demonstra sobejamente que as injustiças terrenas prevalecerão enquanto o homem não se modificar por dentro. Porque elas são derivadas das mazelas morais da criatura imperfeita e de má-vontade. Só pelas transformações espirituais, endereçando-nos ao Bem, é que atingiremos as condições de equilíbrio desejado no relacionamento entre os homens.
A paisagem exterior do campo social é reflexo imediato do clima íntimo da soma de todos nós. É justo erguer a bandeira do protecionismo aos que sofrem, porém importa perguntar antes: “Já nos iniciamos no trabalho do próprio aprimoramento, manifestando-o em atitudes de vera fraternidade?”
Ao condenarmos a má distribuição de riquezas, estamos procurando dar aos pobres tudo o que nos sobra? Em que espécies de instituição filantrópica ou assistencial estamos filiados e que tipo de atividade diária ou semanal gratuita estamos realizando?
Não somos daqueles que insistem na absoluta fuga aos bens materiais, levando em conta que os Espíritos disseram a Kardec que a cota relativa de conforto material é devida ao ser que produz no serviço profissional honesto. O mérito é lei indiscutível! Também não somos contra os que pensam diferente, no entanto, é válido perguntar àqueles que alimentam ideias contrárias, se tudo não passa de santidade aparente e se estão engajados à vida de sacrifício como fizeram Jesus, Francisco de Assis, Antônio de Pádua, Ghandi, autênticos heróis do amor ao próximo.
A Doutrina Espírita nos mostra que só falar é tão vazio como manter-se em silêncio. É preciso, acima de tudo, fazer, viver em consonância com os nossos ideais, a fim de que possamos converter os que acusamos com a força deste fenômeno que chamamos exemplo.

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