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Jornal Comunica Ação Espírita | 109ª edição | 05 de 2015.

Os bons surpreendem; os maus escandalizam

De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto

 

A frase de Rui Barbosa é profética, mas, felizmente, não é válida para todos. No início de maio, em Iporã, noroeste do Paraná, o catador de papel Antonio Garcia do Prado, de 69 anos de idade, encontrou na rua cinquenta mil reais em dinheiro e cheques e sem pestanejar procurou uma emissora de rádio para devolver. Recebeu elogios e recompensa.

Num país onde os noticiários de todas as horas e de todas as mídias denunciam e comentam sobre escândalos de corrupção em cifras bilionárias, o exemplo deste homem que ganha 20,00 reais por dia deveria servir de lição. 

Enquanto políticos, empresários, servidores e agentes públicos, detentores de altos salários se esbaldam em mentir, fraudar e se apropriar do dinheiro alheio, ainda aparece gente como o Sr. Antonio, provando honestidade absoluta e abrindo mão de usufruir do que não lhe pertence em troca de uma consciência tranquila.

Na Q. 893 de OLE, encontramos: “As pessoas que fazem o bem espontaneamente é porque nelas o progresso está realizado; já lutaram outrora e triunfaram. Os bons sentimentos não lhes custam nenhum esforço e suas ações parecem todas simples: o bem tornou-se um hábito... esses exemplos espantam pelo contraste e causam admiração tanto mais porque são raros. Nos mundos mais avançados o que entre vos é uma exceção, lá é regra”. 

Na questão seguinte os Espíritos identificam o sinal mais característico da imperfeição moral: interesse pessoal, O apego às coisas materiais é sinal notório de inferioridade porque quanto mais o homem se prende às coisas deste mundo menos compreende sua destinação.

E, no ESE, mensagem assinada por François, Nicolas e Madeleine: “a virtude verdadeiramente digna desse nome não gosta de se exibir, é adivinhada, se oculta na obscuridade e foge da admiração das multidões...”.

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