ADE-PR: Associação de Divulgadores do Espiritismo do Paraná

Especial

Marca de nascença no menino Ian é evidência a favor da reencarnação. Assista o vídeo clicando aqui.

Jornal Comunica Ação Espírita | 116ª edição | 08 de 2016.

VOCÊ SABIA?

Em 1869, a Sociedade Dialética de Londres formou uma comissão de 33 membros (sábios, literatos, prelados, magistrados) para “aniquilar para sempre” os fenômenos de Hydesville com as irmãs Fox. Depois 18 meses de investigação foram obrigados a admitir sua autenticidade. Em certa ocasião 500 pessoas reuniram-se para ouvir ruídos e não era só Rosna que se manifestava, mas muitos espíritos.

Fenômenos de levitação, pneumatografia com plena identificação ocorreram diante de senadores, generais, ex-governadores e foram muito estudados à época. Em outra classe de ocorrências constam pedras descrevendo curvas, entrando e voltando por janelas, o que foi testemunhado por mais de 60 pessoas em Munchkof. 

Com o escritor Eugênio Nus servindo de médium, uma mesinha toma-se de vida própria. Ia e voltava, detinha-se, erguia-se em dois pés e obedecia ordens. Não precisava de palavras, gestos ou sinais; só pensamentos. Respondia em inglês e fornecia várias definições rápidas, sábias em 12 palavras: harmonia, amor, etc. Interromperam um e tentaram, sem conseguir, completar. A mesa concluiu. Tal espírito nunca se identificou.

No Museu do Louvre fizeram-se experiências de pneumatografia, bem como em Versalhes, na abadia de Westminster, em igrejas da França, Alemanha, Inglaterra e à vista dos presentes: com lápis erguendo-se para escrever. O médium Henry Slade foi experimentado por Stainton Moses e os espíritos grafavam em chinês, grego, holandês, sueco, russo, português, espanhol, árabe, alemão.

A mais longa escrita direta dessa natureza que se tem notícia deu-se através da médium Evans com o Sr. Owen em 24/12/1892: foram mil palavras, em um quarto de hora. Em outra experimentação saía uma linha em cada cor (dez ao todo).

O espírito de G. Pelham reconhece e dirige-se aos cerca de 30 amigos seus trazidos à sua presença por Hodgson. Hyslop fez 205 perguntas aos espíritos através dele: 152 estavam exatas, 16 não e 37 não confirmadas. Falou com o pai, um tio, primos, um irmão. Confirmou todas as características. 

Paul Gibier observou os fenômenos com a médium Salmon que ficava enjaulada, com cadeados e lacres e várias materializações se sucediam. Uma foi identificada, conversou em francês – língua desconhecida da médium - com as duas parentes presentes. As materializações, às vezes ocorriam em plena luz, tornavam-se e visíveis e fotografáveis, inclusive junto com o médium D’ Esperance que, também, podia estar em transe ou desperta.

Fenômenos, muitos, centenas, milhares de fenômenos. Não há como duvidar. Todos os acima compõem apenas uma parte dos contidos na obra “No Invisível”, de Léon Denis. Quanto esforço, dedicação, persistência, tempo, tudo só para provar que as almas sobrevivem e podem agir e interagir com os encarnados.

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