ADE-PR: Associação de Divulgadores do Espiritismo do Paraná

Especial

Marca de nascença no menino Ian é evidência a favor da reencarnação. Assista o vídeo clicando aqui.

Jornal Comunica Ação Espírita | 117ª edição | 09 de 2016.

Acesa novamente a luz vermelha da legalização do aborto

O Senado Federal está promovendo uma enquete sobre a legalização do aborto até a 12ª semana de gravidez e já se tornou a terceira mais popular do portal e-Cidadania, sendo que o Relator da proposta, senador Magno Malta (PR-ES), evangélico e contrário ao projeto, deve entregar seu parecer até dezembro.

Os números até agora da enquete revelam a divisão de opiniões sobre o tema. Na data que fechávamos essa matéria (17/09) os favoráveis ao aborto contavam com 198.324 votos e os contrários 176.585. O que se tem visto é uma mobilização maciça, de um lado, de grupos feministas, favoráveis ao projeto, e de outro, nomeações religiosas, contrários à proposta, que têm buscado apoio nas redes sociais.  Para opinar sobre a proposta, basta clicar no link https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=119431 e fazer o cadastro de e-mail.

A proposta não partiu de um senador, mas de um cidadão do Rio de Janeiro que inscreveu uma sugestão de lei no portal e-Cidadania ainda em 2014 e a tramitação no Senado só teve início porque atingiu 20 mil votos favoráveis na enquete. Então a sugestão é remetida para a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado e recebe um relator que no caso foi designada inicialmente para Marta Suplicy (PMDB-SP), mas ela não aceitou, passando, então ao pastor evangélico Magno Malta (PR-ES), que já se declarou contrário.

Como sugestão legislativa, o relator dê parecer de tramitação como projeto de lei e, se aprovada na primeira comissão, seguirá par as demais, podendo chegar ao plenário do Senado.

Magno Malta, mesmo sendo contrário ao aborto, como parlamentar, quer ouvir os dois lados e tem organizado vários debates sobre o assunto no Senado, sendo que até agora sete audiências públicas já foram realizadas e devem ocorrer outras duas antes do seu parecer. Segundo ele, os números que têm sido apresentadas pelas entidades sobre morte de mulheres causadas pela interrupção da gravidez são divergentes e aguarda os que serão fornecidos pelos oficiais do Sistema Único de Saúde (SUS).

Momento de nova mobilização dos espíritas. Mais que uma luz amarela de alerta pelo perigo que ronda novamente nosso país, pela insistência dos defensores da carnificina dessa prática imoral, a luz que vemos tem a cor do sangue dos indefesos.

Receba em casa a versão impressa do jornal Comunica Ação Espírita

Assine agora mesmo

ADE-PR © 2017 / Desenvolvido por Leandro Corso