ADE-PR: Associação de Divulgadores do Espiritismo do Paraná

Especial

Marca de nascença no menino Ian é evidência a favor da reencarnação. Assista o vídeo clicando aqui.

Jornal Comunica Ação Espírita | 120ª edição | 06 de 2017.

VOCÊ SABIA?

 Na Revue Spirit, do mês de janeiro de 1867, o editor Allan Kardec, além de comentar o livro Spirit de Théoplhile Gautier que fez grande sucesso na França, noticia que havia pelo menos outros oito títulos contemporâneos com temáticas espíritas, entre eles La doublé vie, de Elie Berthet, Séraphita, de Balzac, romance filosófico baseado em Swedenborg; Consuelo e Confesse de Rudolfstade, de George Sand, tendo como linha central a reencarnação. Darg, da mesma autora, era uma comédia. Kardec cita, ainda, o romance Histoireis de l’outro monde, recontées par des Espirits, publicado nas Ilhas Maurício, em 1865.
 Por fim, o escritor Charles Barbara, que ainda muito jovem cometeu suicídio numa casa de saúde, fez em seu Assassinant Du Pont-Rouge com que uma vítima de assassinato reencarnasse como filho do assassino. Evocado na Sociedade afirmou que não fora espírita e até ria-se da crença, todavia, admite ter sido “instrumento inconsciente da propagação de ideias úteis ao progresso da humanidade”.

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