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Jornal Comunica Ação Espírita | 121ª edição | 08 de 2017.

Brasileiro, além de desonesto é vingativo

Uma matéria da revista Veja de 03/09/08 informava que num levantamento realizado em 53 países, o Brasil aparecia em terceiro lugar entre as nações nas quais o sentimento de vingança era mais acentuado, atrás de Bielo-Rússia e Bélgica. Como esse tipo de coisa não costuma se alterar muito rapidamente, não cremos que quase uma década invalide a pesquisa para hoje.

Observou-se que os mais ricos perdoam mais que os pobres, os homens mais que as mulheres e os mais escolarizados mais que os menos. E há duas teorias prováveis sobre o sentimento de vingança. Uma diz que seria causada por um tipo de toxina existente na mente apenas das pessoas rancorosas e atribuível a perturbações mentais ou morais, a pais ausentes na infância e a fatores culturais. A outra de que se trataria de um sentimento tão natural no ser humano quanto o amor, o ódio e o medo.

Em nossa opinião as duas podem estar certas. Os distúrbios provocados pela toxina estão mais presentes nas mentes dos rancorosos porque estas pessoas não controlam seus instintos espirituais mais primitivos. Ao mesmo tempo não se pode negar que é um sentimento intrínseco ao ser humano que precisa ser transformado em algo mais nobre incluindo o sentimento de tolerância e perdão.

De qualquer forma surpreende esse tipo de resultado sobre o nosso povo tido sempre como boa praça, alegre, solidário e religioso. E não é, com certeza, motivo para orgulho. O sentimento de vingança é feio, é triste, anticristão e faz muito mal a quem o alimenta. Desastradamente pior será se os projetos de vingança forem colocados em prática.

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