ADE-PR: Associação de Divulgadores do Espiritismo do Paraná

Especial

Marca de nascença no menino Ian é evidência a favor da reencarnação. Assista o vídeo clicando aqui.

Jornal Comunica Ação Espírita | 124ª edição | 11 de 2017.

Autorretrato

A matéria destacada na capa da edição n° 65, bimestre janeiro-fevereiro de 2008 do CAE foi o ‘sesquicentenário de lançamento da Revue Spirit, por Allan Kardec, a 1º de janeiro de 1858. Realçarmos agora dois de seus parágrafos.

Na exortação do Espírito Verdade “Espíritas! Instruí-vos”, bem que se poderia acrescentar “..., inclusive e necessariamente pela “Revista Espírita de Allan Kardec”. Sem sua leitura, mesmo aos espíritas mais experientes, restará uma lacuna irreparável no seu conhecimento.

Parrarealidade. Você sabe o que é isso? Na página 4 da edição 65, tratou-se do tema, com menção especial ao livro “Arte Pararrealista – Direitos Autorais e a pintura Mediúnica na Visão de Allan Kardec”, de Alzira Martins Appollo.

O movimento genuinamente brasileiro de Artes Plásticas foi lançado em manifesto em São Paulo em 1980. Seu objetivo era a busca pela representação pelas técnicas peculiares às Artes Plásticas, os temas relacionados às manifestações paranormais e aspectos da vida extrafísica estudados pelo espiritismo e outras denominações religiosas. 

O livro, segundo o resenhista, despertava o interesse principalmente de quatro segmentos da sociedade: o artístico, o filosófico, o jurídico e o espírita.

Na página 6, seção “A Revista Espírita de Kardec”, reproduzimos na ocasião pequenos trechos do discurso que o Codificador fez durante sua visita a Antuérpia, na Bélgica, em 1864 e que ele inseriu na edição de novembro daquele mesmo ano na Revue.

Recomendamos a leitura na íntegra. Aqui, algumas frases. É um fato constante que o Espiritismo é mais entravado pelos que o compreendem mal do que pelos que não o compreendem absolutamente e, mesmo, por seus inimigos declarados... os que o compreendem mal têm a pretensão de o compreender melhor que os outros... Qual foi o meu papel? .... fui apenas um instrumento... entretanto, a tarefa é mais pesada... e se tem um mérito, é que tenho a consciência de não haver recuado ante nenhum obstáculo e nenhum sacrifício.

A seção “Por que saber”, na página 8, trouxe como subtítulo “As complexas relações sociais de caráter espiritual entre encarnados e destes com os espíritos”. O assunto, como se vê, envolvia a ciência da Sociologia que, para Kardec, era a chave para compreendermos as relações entre encarnados e desencarnados.

No boxe, destacávamos: “Vivemos rodeados por ‘nuvens de espíritos’ que mantêm personalidades e caráter, hábitos e preferências. Bons e elevados uns, medianos outros e um enorme contingente de viciosos e perturbados”.

A definição de Sociologia já nos lembra que esta é o estudo das relações que se estabelecem, consciente ou inconscientemente, entre pessoas que vivem numa mesma comunidade ou num grupo social ou entre grupos sociais diferentes que vivem no seio de uma sociedade mais ampla. Os termos “consciente ou inconscientemente” aplicam-se aqui perfeitamente ao que se passa entre os habitantes dos dois lados da vida.

Na página 10, seção “Divulgar com Eficiência”, tratamos naquela edição de alguns ‘Detalhes importantes para atingir uma boa comunicação’. Dez dos 16 itens já haviam sido publicados na edição 60 e agora vinham os restantes.

Relembremos alguns: 1) a palavra ‘mas’ em “O seu trabalho está bom, mas pode ser melhorado” funciona como uma anulação do reforço positivo. Mais apropriado dizer: “... está bom e pode ser melhorado”; 2) evite os “tá”, “né”, “certo?”, etc; 3) não abusar do recurso visual que não pode servir de muleta ou roteiro; 4) falar em tom um pouco acima do normal para demonstrar mais convicção.

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