ADE-PR: Associação de Divulgadores do Espiritismo do Paraná

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Marca de nascença no menino Ian é evidência a favor da reencarnação. Assista o vídeo clicando aqui.

Jornal Comunica Ação Espírita | 127ª edição | 05 de 2018.

A natureza humana é de simplicidade e ignorância, não de corrupção, espécie de ‘pecado original’

O jornalista J. R. Guzzo, da revista Veja, de 08/11/17, ao comentar sobre a corrupção no país escreveu que “os projetos dos nossos vigilantes da moral pública querem mudar a natureza humana, coisa que não podem. Aquilo que podem, que é mudar o Estado, não querem”. E exemplifica como solução a venda das empresas estatais. Em suma: ‘a oportunidade faz o ladrão’.

Só para variar, recorrendo a uma observação mais profunda do problema que só o Espiritismo oferece, somos obrigados a discordar do ilustre jornalista, pois a tal natureza humana, neste específico traço de propensão à desonestidade, não é algo impossível de ser alterado e a sua tendência removida.

Na verdade, o homem não aportou nem aporta a Terra ou outros mundos primitivos nem como pensa o jornalista, vendo-o como maldade inata, nem como imaginava Jean Jacques Rousseau para quem ele vem ao mundo completamente bom onde a sociedade causa-lhe a corrupção. Não é algo inerente ao ser criado por Deus, uma marca, uma espécie de ‘pecado original’.

A alma humana está fadada ao progresso e seja pela coerção e cumprimento das leis humanas, passando pelos processos da instrução e educação moral, seja pela falta de oportunidade para praticar o delito, mais forte que tudo, está a lei divina do progresso capaz de transformar as más índoles dos ignorantes e egoístas já renascidos muitas vezes.

A mudança de mentalidade, a conscientização social vai demorar gerações e muito, mas muito esforço e perseverança, mas é o único método absolutamente infalível, completo, duradouro e definitivo.

A Doutrina Espírita, ao apresentar uma outra perspectiva de vida para cuja vivência se requisita a conquista de valores diferenciados dos vigentes atualmente em nossa sociedade, trabalha ativamente neste processo de transformação.

O Espiritismo bem compreendido – lucidamente já se antecipava Allan Kardec – e sobretudo, bem praticado, quando se houver identificado com os costumes e as crenças, transformará os hábitos, os usos, as relações sociais, elevando – completamos nós -  a humanidade  a um patamar de paz e felicidade jamais experimentadas até então.

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