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Especial

Marca de nascença no menino Ian é evidência a favor da reencarnação. Assista o vídeo clicando aqui.

Jornal Comunica Ação Espírita | 128ª edição | 07 de 2018.

Professora escolhe a paz do lar em vez do hospital

“Que morte maravilhosa. Estou mais viva do que nunca”

Muita coragem e serenidade, foi o que precisou a professora gaúcha Ana Beatriz Cerisara, para tomar a sua decisão. Acometida desde o ano passado por um câncer em fase terminal, resolveu não se submeter a nenhuma cirurgia e deixar a doença seguir curso normal. Na ocasião, declarou a uma revista: “A decisão de abrir mão da cirurgia me deu calma... Estou pronta para morrer. Não estou desistindo. Apenas não quero ficar viva a qualquer preço”.

Um vídeo feito nessa entrevista foi parar no facebook e teve 19,6 milhões de visualizações. Ela faleceu em 24 de março, aos 61 anos. Sucumbiu à anemia. Não sentia dores. “Que morte maravilhosa. Estou mais viva do que nunca”, disse aos repórteres apenas seis dias antes da morte. 

Segundo a geriatra e médica que cuidou dela até o fim “Os tratamentos que poderiam ser oferecidos para a doença não permitiriam a qualidade de vida que ela usufruiu”.

Esse caso raro nos remete à necessidade da chamada educação para a morte. Pensar na finitude da vida material, falar da passagem para o outro lado Vida com “V” maiúsculo, preparar-se para ela não caracteriza um comportamento mórbido como muita gente pode pensar. Pelo contrário, é sinal de maturidade espiritual.

É claro que para as pessoas mais jovens isso pode ser uma tarefa mais difícil, mas elas, ao menos, deveriam ser convidadas ou expostas a refletir sobre o assunto.

Ao estudar o Espiritismo, essas ideias passam a penetrar com naturalidade na mente de qualquer pessoa. Se a ideia da morte não for rejeitada, se tornar menos assustadora, se estivermos familiarizados com o futuro que nos espera do outro lado, num momento ou outro pensaremos sobre a questão como a manutenção da vida por aparelhos, se desejamos morrer em casa ou no hospital, a despedida da família e amigos, sobre a doação de órgãos para transplantes, cremação, etc.

Portanto, não tenhamos medo de encarar a morte, pois como já bem sabemos, nós espíritas, ela não é o fim; é transição, é recomeço, é renovação, continuidade.

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