ADE-PR: Associação de Divulgadores do Espiritismo do Paraná

Especial

Marca de nascença no menino Ian é evidência a favor da reencarnação. Assista o vídeo clicando aqui.

Jornal Comunica Ação Espírita | 132ª edição | 03 de 2019.

As curas espirituais ontem e hoje

Allan Kardec ocupou-se muitas vezes das curas espirituais. Egresso de estudos do magnetismo humano durante três décadas, tratado ele próprio de uma afecção ocular, em 1862, por uma pessoa possuidora dessa faculdade, são muitos os relatos de casos descritivos e análises publicados na “Revista Espírita”.

Alguns desses casos estão resumidos nas páginas centrais desta edição, como, por exemplo, o da Srta, Désirée Godu, em março e abril de 1860. Nas edições de outubro e novembro de 1866 ele discute as curas do jovem zuavo. Em dezembro do mesmo ano detém-se sobre o sacerdote e príncipe de Hohenlohe, possuidor, também, de notáveis faculdades curadoras.

Em junho de 1867, comenta e analisa os resultados do “Grupo Curador de Marmande”. No mês de agosto, transcreve matéria do jornal Fígaro, do mês anterior, sobre o julgamento do “Médium curador de Bordeaux”. E em outubro impressiona-se com os poderes curativos da condessa de Clérambert.

Em O Livro dos Médiuns, item 175, o Codificador define o médium curador como aquele capaz de curar “somente pelo toque, pelo olhar, por um gesto” e no 189 diferencia médico-médium de médium-médico, além de reforçar a imposição de mãos e a prece.

Então, por que o Movimento Espírita tornou o assunto quase um tabu quando a prática ocorre longe dos olhos fiscalizadores dos dirigentes federativos? A partir do repúdio às cirurgias com incisões disseminou-se uma censura a todo tipo de intervenção espiritual na saúde do corpo. A exceção está no passe e na distribuição da água fluidificada, paradoxalmente, esta não cultivada por Kardec.

Receba em casa a versão impressa do jornal Comunica Ação Espírita

Assine agora mesmo

ADE-PR © 2019 / Desenvolvido por Leandro Corso