ADE-PR: Associação de Divulgadores do Espiritismo do Paraná

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Jornal Comunica Ação Espírita | 138ª edição | 03 de 2020.

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Disciplinas de educação sugeridas às escolas; dicas ao jornalismo espírita; o cérebro de Einstein e o acaso; ocorrências curiosas nas gravações de um filme espírita Sob o título “A transformação social começa nos lares e escolas”, nosso Editorial da edição 76, referente ao bimestre novembro-dezembro de 2009, mencionava a importância de aberturas oferecidas ou pleiteadas nos meios acadêmicos para a inserção de temáticas espíritas.

“Estabelecer uma ponte entre aqueles que já dominam este conhecimento (espírita) e os que o ignoram completamente, em oportunidade não só de debater entre os que lá já se encontram, mas de participação de toda a comunidade, espíritas ou não, de maneira democrática e alteritária”, esta é a ideia central.

Entre os temas foram lembrados o direito, a medicina, a ética, a administração pública. A abrangência deveria ir além das universidades, passando pelas escolas de base e aí a sugestão que não conseguimos ver encampada por nenhum vereador, deputado ou secretário de educação, seja municipal ou estadual: inclusão na grade curricular de disciplinas como educação no trânsito, ecologia, prevenção às drogas, à violência e ao vandalismo.

Na página 5, na seção Divulgar com Eficiência, o quarto e último tópico do tema “Jornalismo Espírita”. Repassamos aqui rapidamente alguns dos itens comentados. Evitar o tom proselitista, a linguagem doutrinante e de religiosismo. Atentar para a escolha do título, incluindo as vantagens e desvantagens de nele constar o termo “Espiritismo” ou “espírita”. Abordagem equilibrada para o público visado, simplicidade e clareza aliadas à qualidade de conteúdo.

As particularidades de um boletim e um jornal foram tratadas. E finalizamos com uma crítica aos dirigentes de centros espíritas que, apesar de receberem gratuitamente muitos periódicos espíritas, simplesmente por pessoalmente não concordarem com a linha editorial ou algum tipo específico de matéria, exercem a censura, subtraindo do local para que companheiros de atividade ou frequentadores não tenham acesso ao seu conteúdo.

Na seção Atualidades, nas páginas 6 e 7, tratamos de “O cérebro de Einstein, a alma e o acaso”. No início do texto, resultados da anatomia realizada no cérebro do genial cientista. O órgão foi fatiado e distribuídas 240 partes por laboratórios de países como Estados Unidos, Japão, Inglaterra, Alemanha Canadá e Argentina.

Quatro centímetros cúbicos menor que a média masculina e 70 gramas menos pesado; uma saliência no córtex motor, sulcos alterados e lobo parietal 15% maior. Córtex mais fino e denso, concentração de células gliais no lobo parietal inferior e neurônios do lado esquerdo do hipocampo mais longos do que do lado oposto.

Para o neuroanatomista Jackson Bettencourt da USP, “(...) não foi descoberta uma relação entre o formato e a composição do cérebro (de Einstein) e os dotes intelectuais”. Em cima disso citamos a “Revista espírita”, de Allan Kardec, edições de julho de 1860, março de 1861 e abril de 1862. 

Outra afirmação por nós encontrada – e citada na ocasião - em conexão com o criador da Teoria da Relatividade foi a de que o espermatozoide que fecundou o óvulo gerador de Einstein teria sido um produto do acaso, resultado de uma disputa entre espermatozoides resolvida por milésimos de segundo.

Para não ficar somente com a Doutrina Espírita, a nossa matéria lembrou que muitos filósofos, como John Locke (1632-1704) sempre debateram e muitos deram por verdade a coexistência do determinismo com o livre-arbítrio. E “O Livro dos Espíritos”, na questão 8, já nos esclarece que “Um acaso inteligente não seria mais o acaso”.

Já Francis Crick, descobridor com James Watson, da hélice da molécula do DNA, após concluir que a mente humana deveria ser bem mais do que um somatório de reações químicas e elétricas, aventou a hipótese de que o cérebro humano não seria somente a sede da alma, mas a própria alma.

Neste sentido, Crick acompanhava as ideias de alguns neurologistas de que o cérebro humano é um ser vivo dotado de razão e livre-arbítrio, um hospedeiro do corpo e que manteria com ele não uma relação simbiótica, mas de dominação.

Nosso comentário de então sobre este raciocínio: “Fazendo um trocadilho anatômico, isso é que é trocar os pés pelas mãos, no caso a alma pelo cérebro, o efeito perla causa”.

Na última página apresentamos algumas curiosidades a respeito das filmagens sobre a vida do médium Francisco Cândido Xavier. Por exemplo, a atriz Renata Imbriani que via o seu espírito, uma figurante que ‘incorporava’ um espírito e o fenômeno da chuva que parava misteriosamente a cada novo dia de gravação. O ator Nelson Xavier, intérprete de Chico, afirmou que sentia a presença do biografado o tempo todo.

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