ADE-PR: Associação de Divulgadores do Espiritismo do Paraná

Especial

Marca de nascença no menino Ian é evidência a favor da reencarnação. Assista o vídeo clicando aqui.

Jornal Comunica Ação Espírita | 120ª edição | 06 de 2017.

Perguntas & Respostas

 Quando os filhos são adotados, mexe-se no carma deles? Essa é a primeira pergunta que nos propomos a responder nesta edição. Em qualquer caso, e não somente neste, em que se toma uma atitude boa não se deve olhar para as possíveis causas dos sofrimentos alheios que se está tentando minorar.
 Se nos é lícito procurar o profissional da saúde para contornar algum tipo de desconforto físico, ainda que ele represente o reflexo de desequilíbrio de ordem espiritual cuja raiz encontra-se em uma vida anterior, também os sofrimentos morais podem e devem ser tratados com o espírito de caridade e solidariedade.
 Não nos cabe fazer pressuposições ou julgamentos se o indivíduo praticou algum ato comprometedor em vida pregressa e que lhe causa sofrimento no presente constituindo-se, eventualmente, em uma expiação. E ao agirmos na intenção de auxílio, mesmo que ele ‘merecesse’ passar por uma experiência de tal ou qual natureza, Deus nos permite e mesmo espera que façamos o bem.
 Oportunizar o crescimento e a felicidade de alguém, movido pela compaixão, significa diminuir a aspereza do caminho desse irmão e a intervenção no ‘carma’ ou destino dela será sempre bem-vinda. O que contará daí em diante será o que essa pessoa fará do ‘talento’ de ter ganho uma nova família. Se aproveitar bem, converterá os débitos do passado, se é que houve, em acertos para o futuro em benefício de si mesmo e daqueles que o acolheram.


 Quando um casal tenta ter filhos e não consegue, mesmo com tratamento, isso significa que são os espíritos que não querem reencarnar?
 Mais comumente tem a ver com os próprios cônjuges que em razão de algum problema ligado ao passado, nesta reencarnação sofrem as consequências de distúrbios instalados na área genésica. Podem ser expiações, portanto, ou mesmo provações solicitadas para valorizar ainda mais a missão da maternidade e paternidade.
 As dificuldades enfrentadas para se consumar uma gravidez exitosa pode, também, fazer parte do planejamento reencarnatório apropriando uma época mais adequada para a chegada dos novos espíritos ao seio familiar.
 Sabe-se, porém, que realmente, em alguns casos, não só as dificuldades de fertilização como a fixação do embrião e posterior desenvolvimento fetal, podem estar relacionados com a relutância de certos espíritos em reencarnar porque estão cientes das lutas que terão que enfrentar na nova experiência carnal e acovardam-se, apesar de todos os incentivos da equipe espiritual e parentela que está do lado de lá.
 Além do mais, dependendo da situação fluídica tanto do reencarnante como da futura mãe, pode haver um conflito energético que incompatibiliza uma ligação bem sucedida no ventre materno. Daí uma das causas mais comuns dos abortos espontâneos.
 Uma última observação. Afora essas situações todas examinadas, ressalte-se que, se considerarmos que existam condições favoráveis por parte do casal, ainda que um determinado espírito se recusasse a reencarnar, muitos outros se candidatariam a ocupar o seu lugar. Isso porque, atualmente, com uma diminuição contínua nas taxas de natalidade quase no mundo inteiro, sobram pretendentes a retornar ao cenário terrestre.

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