ADE-PR: Associação de Divulgadores do Espiritismo do Paraná

Especial

Marca de nascença no menino Ian é evidência a favor da reencarnação. Assista o vídeo clicando aqui.

Jornal Comunica Ação Espírita | 122ª edição | 08 de 2017.

Autorretrato

Revivendo as principais matérias que deram corpo à edição nº 63 deste jornal, nos idos do bimestre setembro-outubro de 2007, a capa trazia como destaque a penetração do Espiritismo nos redutos acadêmicos, mais precisamente nas universidades europeias. 

O astrofísico português Luis de Almeida, membro da ESA – Agência Espacial Europeia realizara no mês de julho daquele ano conferências no Instituto de Ciências Matemáticas Isaac Newton, da faculdade de Matemática da Universidade de Cambridge, cujo diretor na época era ninguém menos do que o físico Stephen Hawking. Quase 500 pessoas ouviram Luis de Almeida discorrer sobre “O que é o Espiritismo e o que não é Espiritismo” e “O papel do Espiritismo na sociedade e sua importância na vida de um cientista”.

No dia 16 de julho ele falou também na Universidade de Oxford sobre “Por que sou cientista e espírita” e para o mês de setembro estava agendada a repetição deste tema na respeitadíssima Sorbonne e, por fim, na mesma data se faria presente no Centro Nacional Francês de Pesquisa Científica, Departamento de Matemática, Física, Planetas e Universo com o tema “A importância do Espiritismo para a ciência do Século XXI”.

Na página 4 publicamos um interessante artigo do pesquisador Alberto Fiorini sob o título “Cicatriz na ponta do dedo pode provar a reencarnação”. Resumo: em 10 de janeiro de 1981, aos 64 anos, Joaquim Apolinário Nogueira desencarnou vítima de enfisema pulmonar. Tinha uma cicatriz no dedo da mão decorrente de pequeno acidente no trabalho.

Em 1997 nasceu aquele que seria o neto mais velho do Sr. Joaquim e que recebeu o nome de Joaquim José Nogueira ou Zezinho e após uma reunião mediúnica na cidade de Ribeirão Preto obsessores manifestaram o desejo de aniquilar a vida do menino, desiderato quase obtido e mencionado por eles quando ele estava com somente 15 dias de vida.

O autor do texto, Alberto Fiorini ocupava o cargo de delegado perito da polícia Civil do Paraná e dedicava-se à pesquisa da área científica do Espiritismo. Recebeu da família as impressões digitais do Sr. Joaquim e do neto Zezinho e, embora fossem completamente distintas, havia na do polegar do menino as chamadas linhas albodadatiloscópicas (linhas brancas que não acompanham as linhas pretas das cristas papilares).

Zezinho nunca sofreu cortes no polegar.

A propósito da passagem de um tufão que passou pelo Japão no dia 13 de agosto de 2007 e de um terremoto ocorrido três dias depois, ladeando a notícia sobre tais eventos que causaram 13 mortes, enviada pela ADE-Japão, instituição envolvida nos socorros, Wilson Czerski comentou mais uma vez as tragédias coletivas: “Terremotos: expiação coletiva?”.

Para que se conheça por inteiro usas ideias a respeito, recomendamos a leitura do livro “Destino: Determinismo ou livre-arbítrio?”, dedicada toda ela aos intricados problemas relativos à existência ou não da fatalidade, acaso, predestinação, autonomia da vontade e destinação, da preparação para a reencarnação até o fechamento do ciclo com a desencarnação.

O Espiritismo na Sorbonne;marca digital sugere reencarnação em Ribeirão Preto;expiações coletivas;a expiação de um mendigo e Kardec admitindo a possessão espiritual

Na seção “Divulgar com Eficiência”, à página 7, o tópico em foco foi “Videoteca Espírita”: funcionamento, divulgação, utilização internação, etc, tendo por base a obra “A Eficiência na Comunicação Espírita”, trabalho conjunto da equipe da ADE-PR e organizado por Wilson Czerski.

Na página seguinte, duas matérias, uma na seção “Porque saber?” e a outra falando do filme “Bezerra de Menezes – O Médico dos Pobres” que estava por ser lançado. Este foi, por assim dizer, o pioneiro na área do cinema, abrindo caminho para uma série de outros que lhe sucederam, sendo o principal deles, “Nosso Lar”.

 Quanto à outra matéria da página, o tópico tratado foi “A Pedagogia como instrumento de educação e progresso na casa espírita”. Lembrava o texto que a Doutrina começara por obra material justamente de um pedagogo, Allan Kardec e da importância que ele sempre emprestou à educação, enfatizada tantas vezes nas obras da Codificação. 

Na página 9, também duas matérias. A primeira de Milton Felipeli, da ADE-SP, falando sobre os dez anos no ar do programa Ação 2000 – Uma Visão Espírita da Notícia que aquela instituição mantinha na Rádio Boa Nova, em Guarulhos, no vizinho estado. Dos primeiros programas chegou a participar, inclusive, o depois Ministro da Saúde, Amilcar Del Chiaro.

O segundo texto tinha por título “O Código Penal dos Espíritos”, o mesmo de um livro do paranaense José Lázaro Boberg. A resenha de Y. Shimizu informava que a referida obra, publicada pela Editora EME, de Capivari-SP, possuía 192 páginas, divididas em 33 capítulos e era prefaciada pelo magistrado e professor Clayton Reis, membro da Abrame.

“A Revista de Kardec”, seção fixa do jornal, resumiu na página 10 o 2º semestre de 1863. Nos meses de julho e setembro, o Codificador – e editor da Revue – tratou longamente das provas e expiações. No primeiro relatando a história de Max, um mendigo desencarnado em 1850 e que ao manifestar-se na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, narra toda a sua história pregressa. O caso dele envolvia riqueza malbaratada, poder e orgulho que, afinal, haviam gerado consequências a serem expiadas na encarnação seguinte.

Em outubro a discussão ficou por conta de um correspondente de Kardec que entendia que as expiações eram sempre impostas e sofridas somente no mundo espiritual, enquanto as provações seriam sempre voluntárias. Mas Kardec externou uma opinião diferente e de acordo com o que já havia exposto, por instrução dos Espíritos, em “O Livro dos Espíritos”. Provas e expiações ocorrem entre os encarnados, sendo que muitas vezes as últimas, embora originadas no passado, podem servir de provas para o futuro. E as expiações nem sempre são impostas, mas também solicitadas.

Nas matérias referentes ao mês de dezembro da Revue, Kardec admite, possivelmente pela a primeira vez, a possibilidade das chamadas possessões espirituais. Baseia-se para tal no caso de uma moça que sofria crises nas quais ela rolava no chão, debatia-se como se em luta estivesse e reagia ao estrangulamento. O malfeitor foi identificado como sendo o espírito de uma rainha impudica e cruel. A saúde ficou comprometida, mas sob tratamento espírita libertou-se do jugo da inimiga do passado, identificada melhor agora como tendo pertencido à corte de uma rainha chamada Brunehaut.

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