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Jornal Comunica Ação Espírita | 122ª edição | 08 de 2017.

Vítimas esclarecem seus homicídios

Trazemos hoje dois casos de revelação mediúnica envolvendo assassinatos, ocorridos fora do país e descritos no livro “Hipnotismo e Mediunidade”, de Cesare Lombroso. Ficam para nossa reflexão em duplo aspecto: o dos fenômenos em si, surpreendentes no conteúdo, e o da possível contribuição à justiça, como também podem ser as cartas psicografadas aceitas nos tribunais brasileiros.

O primeiro desses casos é o seguinte. O Dr. Davey tinha filho médico no estrangeiro que embarcou em navio e faleceu antes de chegar a Londres. O capitão entregou ao pai 22 esterlinos encontrados no bolso do rapaz. Meses depois o espírito do rapaz manifestou-se em numa sessão e informou ao pai que havia sido envenenado com essências de amêndoas amargas em vez de hortelã e dissolvidas em óleo de rícino e que deixara 70 e não 22 esterlinos, fato depois comprovado judicialmente.

Segundo caso: levaram ao médium Powel, de Boston, uma folha de papel com algo escrito por uma senhora ausente da sessão. O médium colocou na testa, empalideceu e caiu, depois pegou a mão de um dos presentes e passou um recado: a autora do bilhete informava que não fora suicídio, mas um assassinato praticado pelo ‘meu marido’ e assinou Sallie Laner. Era justamente o nome da vítima encontrada morta por um tiro de fuzil dias antes. O marido acabou preso.

Lembramos o grande serviço prestado por médiuns (alguns profissionais) nos USA colaborando com a polícia e retratados em séries de Tv como “Detetives Psíquicos”. Não estamos defendendo que algo semelhante deveria ser feito no Brasil, apenas ressaltando como a mediunidade é respeitada lá fora.

Em relação às cartas psicografadas entendemos como casos excepcionais e a terem seu uso aceito apenas como peças do processo, indício ou evidência a mais e não de valor definitivo. Ou, em etapa anterior, como pista ou linha de investigação. A carta só seria aceita se não existisse a pretensão de caráter taxativo de culpar ou inocentar, mas de indicar detalhes que ajudassem chegar à verdade.

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