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Jornal Comunica Ação Espírita | 130ª edição | 11 de 2018.

“Viver um dia de cada vez”, diz a médica que pretendia suicídio assistido

Na edição de julho-agosto escrevemos sobre uma professora que decidiu abdicar dos tratamentos mais intensos contra um câncer e preferiu morrer em casa deixando a natureza seguir o seu livre curso. Hoje trazemos um exemplo inverso, o de alguém que chegou a pensar em suicídio ao ser diagnosticada incurável e que acabou revertendo o processo.

Passemos aos detalhes: a médica Letícia Franco de 37 anos sofria há oito anos com a Síndrome da Ásia, doença rara, autoimune, altamente debilitante e dolorosa. Chegou mesmo a escolher e contratar uma clínica na Suíça para o procedimento de suicídio assistido.

Decisão tomada, postou nas redes sociais uma carta de despedida aos familiares e amigos que, como não podia deixar de ser, repercutiu muito. Estava, então, estava na UTI pela 36ª vez!

Uma médica de São Paulo tomou conhecimento da história dela e lhe ofereceu gratuitamente uma terapia complementar com ozônio. Esse tratamento, junto à terapia ortomolecular, recuperou seus movimentos e ela pôde abandonar a morfina para as dores intensas e até parte dos demais medicamentos, embora esteja ciente de que a doença não foi debelada e os sintomas podem voltar.

Reatou com um ex-namorado que reapareceu durante a fase crítica e casaram-se. Ainda tomando 48 comprimidos diários e injeções para não atrofiar a musculatura, Letícia diz estar feliz e viver um dia de cada vez. Ganhou prêmios profissionais na área da oftalmologia e está escrevendo um livro sobre sua vida.

“Sou grata a Deus. Ele me deu uma cruz e me mostra, todos os dias, que sou capaz de carregá-la”, conclui ela o seu depoimento a uma revista. Nada mal para quem já havia decidido pôr fim à vida, não é mesmo?

Pois é, em nome desse Deus que nos dá a vida e a quem a Letícia agora sente-se agradecida, jamais permitamos que ideias de suicídio ou de eutanásia entrem em nossa mente. Por mais escuro que esteja o caminho, nunca sabemos o momento em que a luz de uma estrela no céu ou de uma lanterna humana poderá surgir à nossa frente.

A interrupção voluntária da vida nunca foi e nunca será solução para ninguém por mais aflição que a alma esteja experimentando. Dores e sofrimentos são provas e expiações necessárias ao nosso aperfeiçoamento espiritual e se fugirmos delas num determinado momento, elas retornarão inevitavelmente em outra ocasião até que estejamos quites novamente com as leis divinas.

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