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Especial

Marca de nascença no menino Ian é evidência a favor da reencarnação. Assista o vídeo clicando aqui.

Jornal Comunica Ação Espírita | 137ª edição | 12 de 1969.

Curiosidades sobre a desencarnação

 

     Que Jorge Andréa dos Santos, no livro “Dinâmica Psi”, fornece os seguintes detalhes sobre a desencarnação? Espíritos pouco evoluídos imantam-se à matéria e custam desencarnar. As emanações do processo de cadaverização são absorvidas pelo perispírito. São emanações tóxicas. As principais são os hormônios das glândulas endócrinas e dentre estas a noradrenalina da suprarrenal, provocando alucinações. 

    Quando encarnado, nas neuroses e psicoses, há disfunções fisiológicas e não morfológicas. Os clarividentes observam os campos luminosos nas glândulas e raios circulantes no sangue. Quanto à patologia, seriam disfunções hormonais comandadas pelo espírito desequilibrado, causando alucinações e provocando reações anormais. 

   Na crise do moribundo acorrem as pessoas da família e há melhora pelo choque anímico (energias transmitidas); tão logo se afastam há piora novamente ou advém a desencarnação. A energia é usada pelos espíritos para a separação. 

    O mesmo autor, em artigo da “Revista Internacional de Espiritismo”, novembro/1994, explica que após a desencarnação, o espírito quase sempre hiberna, dorme para a histogênese perispiritual. Os mais evoluídos perdem as funções digestiva, excreção e sexual; os menos evoluídos conservam todas as funções.

   Já em “O Livro dos Médiuns”, item 282, (subitem 33) consta que raro que o espírito não esteja lúcido oito dias após o desencarne. Para muitos isso se dá com três dias. Na Nota do Tradutor, Herculano Pires, a recomendação de que “nunca” se deve invocar no instante da morte; embora possível, é desaconselhável. 

   Desta informação e da NT da página 330 (*), deduz-se: o desligamento é mais rápido nas crianças porque estão menos condicionadas e sem paixões, mas o modo de falar, a dependência dos pais, dos brinquedos, sim. Nos alienados mentais, depende da causa da loucura.

   No subitem 58 do item 284: espíritos em processo de reencarnação não podem ser evocados devido à perturbação, ao contrário quando do desencarne. Dedução: a perturbação na primeira é mais intensa ou geral enquanto para o segundo só o é quando há muita materialidade. Em “Obras Póstumas”: espíritos que desencarnam e logo se desligam, tiveram sonhos proveitosos.

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