Paulo e Estêvão

Emmanuel assinava, em 8 de julho de 1941, a “Breve notícia”, texto que serve de prefácio à obra “Paulo e Estêvão: episódios históricos do Cristianismo primitivo”, ditada por ele ao médium Francisco Cândido Xavier.

Uma das maiores obras mediúnicas do gênero, o trabalho não se limita a ser apenas um romance – como bem explica Emmanuel –, mas a biografia viva, detalhada e sincera do extraordinário amigo dos gentios, Paulo de Tarso, e de Estêvão, o grande mártir do Cristianismo nascente – ignorado quase, sem o qual, entretanto, não teríamos Paulo, como diz
o autor.

Formulada em linguagem romanceada, esta história real apresenta ainda outras personagens, conhecidas umas, desconhecidas outras, que surgem no extenso e belo relato dos primeiros
labores cristãos.