ADE-PR: Associação de Divulgadores do Espiritismo do Paraná

Especial

Marca de nascença no menino Ian é evidência a favor da reencarnação. Assista o vídeo clicando aqui.

Jornal Comunica Ação Espírita | 84ª edição | 03 de 2011.

O que dizem os outros jornais

 

 

 

“O que não se adapta, perece”, diz Conan Doyle

 

“A revelação” é o título de um texto assinado por Arthur Conan Doyle, do escritor inglês, criador do famoso detetive Sherlock Holmes, e publicado na revista Fidelidadespíritarevistafidelidade@terra.com.br (Campinas- SP, ed. setembro/2010).

Nele, Conan Doyle demonstra suas convicções plenas nos fenômenos espíritas, citando pessoas e fatos. Mas a nós o que mais chamou a atenção foram duas frases suas e que servem à nossa reflexão. “Não quer, entretanto, dizer que esses resultados virão necessariamente a cristalizar-se numa nova religião. Pessoalmente confio que tal não se dará. Já nos achamos sobejamente divididos. Antes, vejo neles a grande força unificadora, a única coisa provável em conexão com qualquer das religiões, cristã ou não, formando uma sólida base comum...”. Essa é uma delas.

A outra é bem mais curta. “O Cristianismo tem que evolver ou perecer. É lei da vida que o que não se adapta perece”. Podemos perguntar: e o Espiritismo absorverá as novas revelações científicas ou metafísicas, como costumava definir Kardec, e se atualiza ou preferirá ficar à margem e ser ultrapassado pelo progresso?

 

Contradições no Velho Testamento

 

            Richard Simonetti, colaborador da revista Reformador -   redacao.reformador@febrasil.org.br (Rio de Janeiro – RJ, ed. n° 2.184 de março/2011), facilita nosso trabalho quando se trata de argumentar com profitentes de certas correntes religiosas que defendem de maneira intransigente o que está escrito na Bíblia. A intenção dele talvez nem tenha sido essa, mas ao apresentar um pequeno resumo dos mandamentos, não apenas os dez bem conhecidos recebidos por Moisés no Sinai, mas os mais de seis centenas que foram impostos ao povo hebreu, ele expõe contradições e absurdos ali presentes.

            São mais precisamente 613 mandamentos “... registrados ao longo dos séculos, em princípio na tradição oral, depois por escrito”, esclarece o articulista. “Muitas eram orientações inteligentes, outras ingênuas; fantasiosas e racionais; bem e mal intencionadas...”.

            Como apesar do valor relativo da Bíblia para os espíritas, todos deveriam ter uma em casa e o espaço aqui não nos permite reproduzir o texto original de Simonetti, enumeramos apenas as localizações de alguns desses absurdos. Números, 15:32-36 condenando à morte alguém que trabalhasse no sábado. Isso, como observa o autor, contrariando o “não matarás”. Aliás, a maioria condenam sumariamente à morte.

            O Levítico é pródigo em proibições e condenações. Em 17:13-14 encontra-se a suposta justificativa para proibir-se (por alguns) a transfusão de sangue. Outras estão em: 20:9; 20:10; 20:13; 20:14; 20:16: 21:18-21; 20:27 (que trata da necromancia e adivinhação, servindo de base à proibição do exercício da mediunidade); 21:18-24 (altamente preconceituoso contra os deficientes). É ir lá e conferir!

 

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