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Jornal Comunica Ação Espírita | 93ª edição | 09 de 2012.

Medicina e Espiritualidade

Por João Batista Cabral

     Muito terá o conhecimento humano a lucrar quando médicos e médiuns se entenderem melhor. Certamente já existem sinais dos novos tempos em alguns hospitais do Brasil, onde a Medicina e Espiritismo se associam no nobre escopo de aliviar a dor física ou espiritual do semelhante. Tem o paciente tratamento médico ortodoxo e assistência espiritual proporcionada por médiuns treinados para esse fim. Não há interferência de um grupo no campo de ação do outro. Nem os médiuns se arriscam a receitar drogas, fazer operações, nem os médicos se envolvem com os aspectos essencialmente espirituais dos doentes. Em inúmeros casos não se descobre a doença pelos processos usuais – exames clínicos, laboratoriais e radiológicos – as causas dos males reais que afligem o paciente.

     Como é que se explica que uma pessoa clinicamente sadia apresente uma sintomatologia tão evidente, com dores físicas reais e perturbações funcionais sérias? Esses males, que não respondem aos tratamentos mais cuidadosos, de repente se curam como que por milagre, quando as causas espirituais são removidas. Não iríamos ao ridículo de acusar o médico de incompetência ou a ciência médica em geral de primarismo. A questão é de fato complexa e ainda não foi devidamente estudada. A grande esperança do momento é a Medicina Psicossomática, que vai adquirindo notável impulso nestes últimos tempos.

     O depoimento fidedigno de alguns médicos e o dos espíritas, no entanto, é de que nos casos de obsessão espiritual – a influência de um espírito sofredor ou ignorante, vingativo, interferindo mentalmente, em uma pessoa – quando se realiza o afastamento espiritual do Espírito perturbador, faz desaparecer de pronto os sintomas, mas, aí, neste caso, necessita do socorro médico na recuperação física do paciente.

     Há algum tempo essa afirmativa ainda poderia ser tomada por mera fantasia, hoje, porém, após as pesquisas de Rhine e de outros cientistas já se sabe que o Espírito (alguns preferem dizer a mente) exerce a influência direta, visível, mensurável sobre a matéria. É o fenômeno parapsicológico da telecinesia (movimento a distância). O Espírito encarnado, que somos todos nós, pode, assim, por sua própria iniciativa ou sob a influência de outro Espírito, provocar disfunções orgânicas mais ou menos sérias.

     As faculdades dos médiuns espíritas ajudariam grandemente na identificação do problema, que há séculos se oferecem abertamente ao exame e ao estudo dos pesquisadores. A Grã-Bretanha encontrou uma solução civilizada e inteligente permitindo que os médiuns visitem os irmãos ou desconhecidos hospitalizados, façam preces para eles e deem passes espirituais.        

     O Espiritismo oferece esse serviço de Amor. 

 

Referências

(*) Presidente da ADE-SERGIPE. Jornalista. Radialista e Psicoterapeuta Transpessoal. Publicado originalmente no Jornal Cinform de Aracaju em 25.02.2008.

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