ADE-PR: Associação de Divulgadores do Espiritismo do Paraná

Especial

Marca de nascença no menino Ian é evidência a favor da reencarnação. Assista o vídeo clicando aqui.

Série André Luiz

O texto a seguir é uma síntese muito breve da obra, para obter um resumo mais detalhado clique aqui.

Obreiros da vida eterna

“A morte é campo de seqüência; aqui ou além o homem é fruto de si mesmo”

O Assistente Jerônimo, o Pe.Hipólito, a enfermeira Luciana e André Luiz (AL) em missão de 30 dias, na Crosta Planetária, para estudo e auxílio, em particular nos trabalhos de desencarne de 5 grandes colaboradores do bem. / A palavra do Instrutor Metelo. / No Santuário da Benção; paisagem formada de substância mental, no gabinete de materialização; Asclépios, sublime visitante do Plano dos Imortais, acima das limitações da forma. Citações evangélicas. / Em viagem. Zonas purgatoriais. A Casa Transitória de Fabiano (T), asilo móvel destinado a socorros urgentes. Barreiras magnéticas. A Irmã Zenóbia, administradora. Especialização de qualidades nobres. / Bandos terríveis atacam e são repelidos. / Fogo etérico virá queimar resíduos; a Casa deverá mudar de localização. / O Irmão Gotuzo, ex-médico, mui preso às lembranças da vida física; tem mágoas do primo Carlos, 2° marido de Marília, que dissipa os bens da família. / Tarefas reencarnacionistas. / Dentro da noite, em zonas purgatoriais e infernais, em busca do Pe. Domênico, cruel, criminoso rebelado. Revelações da clarividência de Luciana. O padre encontra-se com a mãe, Ernestina: oração libertadora e retorno à Crosta para reencarnar. / No regresso : vítimas e algozes, no pântano. / Na Sala Consagrada, Zenóbia faz comovente oração. Luciana incorpora Letícia, mãe de Gotuzo: reconcilia-o com Marília; programa-se reencarnação dele. / Fogo purificador, descargas do átomo etérico; acolhimento a transviados. A Casa T eleva-se, vai para outro local. / Em atendimento a Dimas, médium humilde, assíduo colaborador do bem. / Em volitação, rumo ao Rio. No lar de Fábio, ministrador de energias para assistência ; culto doméstico do Evangelho. / Em casa de Albina, protestante, nobre educadora de jovens; há forte pedido de prorrogação em favor dela. / Em hospital movimentado, defendido por trabalhadores espirituais, encontram o velho Cavalcante, virtuoso católico, que não se preparou para a morte, nem aos familiares. / Com Adelaide, médium curadora, diretora de orfanato espírita; Bezerra de Menezes os recebe e diz que ela não dará trabalho. / Os 5 são levados à Casa T. para esclarecimentos e preparo do desligamento definitivo. / A morte de Dimas; etapas do desprendimento; rogativa à Virgem Maria e presença da mãe. / O perigo da conversa fútil nos decessos e enterros. / Cenas de um cemitério. A morta presa à sepultura. Os visitadores. / Vampirismo numa enfermaria. / O fácil desenlace de Fábio. A permanência de Albina, por alguns meses (a pedido de Joãozinho). Difícil desprendimento de Cavalcante. Adelaide quase “autoliberta-se”. Ação de graças na Casa T. / Adeus e regresso a NL.

As dimensões vibratórias do Universo são infinitas, como infinitos são os mundos que povoam a imensidade. / A verdadeira localização dos distúrbios nervosos é o corpo perispiritual. / As 5 classes de psicoses: paranóica, perversa, mitomaníaca, ciclotímica e hiper-emotiva. / Depois do túmulo há continuação da vida. / Céu e inferno residem dentro de nós mesmos. / Qualidades nobres exigem perseverança no estudo, na observação e no serviço. / “Extingue a vibração de cólera! Guarda a voz, para não condenar e, sim, para informar e edificar cristãmente!” / Os pensamentos exercem vigoroso contágio. / Não é a rotulagem externa que socorre o crente nas horas supremas, mas a sementeira do esforço próprio, no serviço da sabedoria e do amor, que frutifica. Nos decessos, a missão especialista só é concedida aos que se distinguem no esforço perseverante do bem. / Mesmo os suicidas inconscientes sofrem muitíssimo. / O medo estabelece perigosas vibrações de queda. / O imperativo primordial consiste na iluminação do espírito humano com vistas à eternidade. Mas, urge compreender que para alcançar isso é imprescindível “fazer alguma coisa”. A fé sem obras é irmã das obras sem fé!

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