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Jornal Comunica Ação Espírita | 80ª edição | 07 de 2010.

O que dizem os outros jornais: Matéria de revista provoca indignação

Uma matéria recente da revista Superinteressante motivou um manifesto pessoal do presidente da Federação Espírita do Paraná, Francisco Ferraz Batista, na edição n° 1510, de maio último, no jornal Mundo Espírita – jornal@feparana.com.br, órgão oficial daquela entidade.

Aliás, tomamos conhecimento também, pela internet, do teor de algumas correspondências endereçadas à citada revista, manifestando o descontentamento de outros confrades em face de diversas colocações inseridas na reportagem sobre o médium Francisco Cândido Xavier, a propósito de seu centenário de nascimento. E também lemos a resposta que a redação da Super forneceu a um desses espíritas onde consegue parcialmente justificar algumas das informações contidas na reportagem.

A polêmica é antiga, tanto que já em julho de 2000 ocorreu fato semelhante, como, coincidentemente, o leitor pode verificar em “Autorretrato”, à página 10. Sem entrarmos no mérito da questão nem para criticar um lado e apoiar necessariamente o outro ou vice-versa, o fato é que se dentro do próprio Movimento Espírita, muitas vezes, encontramos discordâncias sobre certos pontos, não há que se admirar que os profissionais de veículos não comprometidos com a filosofia espírita e não suficientemente familiarizados com nuanças interpretativas ou mesmo termos particulares, cometam deslizes em seus textos. E isso deve ser relevado pelos espíritas, embora mantidas sempre como válidas as iniciativas de contato com tais veículos no sentido de contribuir para complementos ou retificações. E também de elogios, o que não é frequente.

Porém, há significativa diferença entre pequenos equívocos devido ao desconhecimento natural de detalhes e despreparo específico para discorrer sobre um assunto especializado e a notória tendenciosidade utilizada em algumas ocasiões, o que parece ter ocorrido agora com a matéria da Super. Realçar testemunhos duvidosos, imiscuir insinuações maldosas sem comprovação, esquivar-se da verdade traduzida em fatos sobejamente conhecidos, servir-se nitidamente de fontes suspeitas ou, no mínimo, claramente adversas à pessoa ou tese, a omissão deliberada, com isso, sim, não podemos concordar e tornam-se desejáveis e oportunas as tentativas de deesfazer os equívocos e, se possível, propor retratações.

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