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Especial

Marca de nascença no menino Ian é evidência a favor da reencarnação. Assista o vídeo clicando aqui.

Jornal Comunica Ação Espírita | 86ª edição | 07 de 2011.

VOCÊ SABIA?

     No livro “No Invisível”, de Léon Denis, à página 219, há relatos sobre experiências de pneumatografia (mensagens escritas por espíritos sem a intervenção direta – uso da mão – de um médium) nos seguintes locais famosos: Museu do Louvre (Paris), Palácio de Versalhes, Abadia de Westminster (Londres) e várias igrejas da França, Alemanha e Inglaterra. O fenômeno ocorria à vista das pessoas com o lápis erguendo-se sozinho para escrever.


     O médium Henry Slade, experimentado pelo reverendo Sainton Moses obteve textos em chinês, grego, holandês, sueco, russo, português, espanhol, árabe e alemão. Já a mais longa pneumatografia ou escrita direta (pág. 225) aconteceu com a médium Evans sob controle do Sr. Owen em 24/12/1892. Ao todo foram mil palavras em um quarto de hora. Em outra experiência (pág.225), a escrita aparecia cada linha em uma cor diferente, dez ao todo.

     Note-se que este fenômeno não dispensa a presença de um médium que possa fornecer o ectoplasma necessário à sua realização por parte das entidades desencarnadas. Somente que a escrita, desenho ou pintura surge, na maioria das vezes, fora das vistas das pessoas, incluindo o próprio médium que se mantém em transe, dentro do ambiente, mas à distância. Para melhor autenticidade são usadas caixas metálicas lacradas dentro das quais são colocadas papel em branco – com todos os cuidados para evitar fraudes como, por exemplo, a existência de tinta invisível – e o lápis ou grafite em pó.

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