ADE-PR: Associação de Divulgadores do Espiritismo do Paraná

Especial

Marca de nascença no menino Ian é evidência a favor da reencarnação. Assista o vídeo clicando aqui.

Jornal Comunica Ação Espírita | 97ª edição | 05 de 2013.

O que dizem os outros jornais

O incêndio de Santa Maria repercute na imprensa espírita

 

Foram muitos os textos em jornais e revistas espíritas – além da internet - abordando análises sobre o acontecimento trágico do dia 27 de janeiro, na boate Kiss, no interior gaúcho. O próprio CAE publicou artigo de Marcelo Henrique na edição passada. Dentre tantos, destacamos trechos de algumas respostas do escritor Richard Simonetti na Revista Internacional de Espiritismo – richardsimonetti@uol.com.br (ed. março-2013, Matão - SP) no seu “Pinga-Fogo”.

Perguntado se a tragédia estava ‘escrito’, respondeu que “Está escrito que vamos morrer um dia, mas não há a definição absoluta de dia e hora...”. Então não teria havido a mão de Deus no acontecimento? – Houve a mão do homem, representada por gritantes falhas de segurança. Mas como fica o princípio de que ninguém morre na véspera? E ele responde: “É totalmente equivocado” e faz longa explicação. 

Depois fala dos chamados resgates coletivos. “Sempre imagino a tortuosa logística que envolve um resgate dessa natureza. Imaginemos que aquelas pessoas tenham, digamos, queimado cristãos. Complicado fazê-las reencarnar perto de 20 séculos depois, no Brasil, para reuni-las em determinado momento, numa boate, inspirando falhas de segurança aos proprietários para produzir o incêndio. Em tanto tempo, não teria cada qual seguido o seu caminho, resgatado seus débitos, superado limitações? Por que no Brasil, não na Itália, onde teriam cometido o crime hediondo? E semelhante concepção não está muito mais para a pena de talião do que para o amor que cobre a multidão de pecados? Considere-se, ainda, que não há nenhuma referência na obra de Kardec ao tópico resgates coletivos”. (1)

 

(1) Concordamos plenamente com a análise, embora, ao contrário do que afirma o nobre articulista, há, sim, uma referência contida em “Obras Póstumas” sobre o assunto. A menos que, por ter sido compilada e publicada após a desencarnação de Allan Kardec, tal obra seja desconsiderada. Nela, há em sua Primeira Parte, pág. 172 a 174 (Lake, 2ª ed., 1979) uma comunicação do espírito de Clélie Duplantier, seguida de longo comentário de Kardec (pág. 174 a 181) que trata das expiações coletivas que, a nosso ver, podem ocorre, sim, em muitas ocasiões, mas não sempre e nem envolvendo todas vítimas. (NR)

 

Arcebispo e pastor participam de congresso espírita em João Pessoa

 

A notícia foi estampada no jornal Tribuna Espírita – jornaltribunaespirita@gmail.com (ed. n° 171, de janeiro-fevereiro de 2013, João Pessoa – PB) e quem a assina é Severino Celestino da Silva, mediador de uma mesa redonda ecumênica para debater o tema “Religiosidade e Espiritualidade na Nova Era”, no dia 05 de janeiro, durante o V Congresso Espírita Paraibano.

Além dele e os também espíritas Haroldo Dutra e Sandra Borba, participaram a Irmã Aila, doutora nas “Cartas de Paulo”, o pastor Estevam Fernandes da Primeira Igreja Batista da Paraíba e o arcebispo da Paraíba Dom Aldo Di Cillo Pagotto. 

Celestino, professor de “Ciências das Religiões”, na Universidade Federal da Paraíba frisou na ocasião que “falariam sobre religiosidade e não de religião porque enquanto a primeira soma, a segunda divide”.

Dom Aldo, após sua palestra de 30 minutos, foi aplaudido de pé. Já o pastor Estevam mostrou-se inicialmente preocupado com as reações dos frequentadores de sua igreja por sabê-lo naquele ambiente, mas fez uma das melhores exposições da tarde, sendo interrompido várias vezes pelos aplausos.

 

Um escritor e um presidente espíritas premiados com o Oscar

 

O título, na Revista Internacional de Espiritismo – oclarim@oclarim.com.br (ed. abril/13, Matão – SP), do texto de Sonia Theodoro da Silva é “Abraham Lincoln, Victor Hugo e a Conspiração do Silêncio” referindo-se a omissão cometida nos filmes Lincoln e Os miseráveis, que juntos ganharam cinco Oscar, de não mencionar que tanto o grande ex-presidente americano como o autor francês eram espíritas ativos.

Ambos contemporâneos a Allan Kardec – Lincoln viveu de 1809 a 1865, quando foi assassinado, e Victor Hugo 1802 a 1885 – o primeiro, além de médium de premonições, sonhos e visões, realizava sessões espíritas na Casa Branca e o segundo também trabalhou com mediunidade, antes mesmo de Kardec codificar a Doutrina Espírita.

As experiências paranormais de Lincoln estão relatadas no livro Was Abraham Lincoln a Spiritualist?, de Nettie Colburn Maynard, traduzido para o português por Wallace L. Rodrigues com o título “Sessões Espíritas na Casa Branca”, da própria Editora O Clarim. Lincoln sonhou com a própria morte, viu seu velório. Depois que desencarnou sua esposa continuou os contatos com os espíritos e até foi fotografada por Mumler quando o espírito do marido apareceu ao seu lado. 

Já Victor Hugo, isso não é do texto da articulista acima mencionada, participava ativamente das sessões promovidas por Madame Girardin na Ilha de Jersey desde 1853, portanto, antes mesmo de Kardec de ocupar com tais fenômenos em Paris. Através das mesas girantes comunicou-se, inclusive, com o espírito de sua mãe, fator decisivo na formação de sua convicção na sobrevivência e comunicabilidade dos espíritos.

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