ADE-PR: Associação de Divulgadores do Espiritismo do Paraná

Especial

Marca de nascença no menino Ian é evidência a favor da reencarnação. Assista o vídeo clicando aqui.

Jornal Comunica Ação Espírita | 101ª edição | 01 de 2014.

O que dizem os outros jornais

Patrono da ADE-PR ganha Memorial em Matão

A Revista Internacional de Espiritismo oclarim@oclarim.com.br (Matão-SP, ed. dez/2013) é quem traz a notícia. A inauguração ocorreu no dia 13 de novembro último, na sede da Casa Editora O Clarim, evento conduzido por David Liesenberg e contou, entre os cerca de 100 convidados, com a presença de Merhy Seba da FEB.

Desenvolvido durante nove meses, o acervo contém livros, material farmacêutico – visto que esta era a profissão do homenageado -, objetos pessoais, fotografias, correspondências, cadernos de anotações, cadernos de atas, documentos oficiais, o jornal O Clarim e a RIE.

O Memorial pode ser visitado sob agendamento prévio (16) 3382-1066 ou memorial@oclarim.com.br) das 09 às 11 horas às terças-feiras e das 13 às 17 horas às quintas.

Justa homenagem ao Bandeirante do Espiritismo, escritor, radialista, jornalista e conferencista, fundador das organizações O Clarim e, por tudo isso, escolhido patrono desta entidade paranaense. 

 

A reencarnação em Joia Rara

 

O jornal Opinião – ccepars@gmail.com (Porto Alegre, ed. n° 213, de novembro-2013) comenta sobre o enfoque budista da reencanação na novela global Joia Rara. Depois de recorrer ao tema, associado a outros como mediunidade, telepatia e possessão, em outras oportunidades como em Sétimo Sentido, em 1982, Anjo de mim, em 1996, Alma Gêmea, em 2005 e Escrito nas estrelas, em 2010, o novo folhetim das 18 horas narra a história de um líder budista reencarnado numa menina brasileira, vivida na telinha pela atriz mirim Mel Maia.

 

Permissividade social e conivência familiar

 na prática sexual entre jovens

 

O articulista Adésio Alves Machado, em Tribuna Espírita – jornaltribunaespirita@gmail.com (João Pessoa-PB, ed. n°173, de maio-junho de 2013) escreve o que muita gente pensa e não tem coragem de dizer, ou seja, uma posição forme sobre os abusos praticados entre os jovens no que diz respeito ao sexo. Logo no primeiro parágrafo de seu texto ele afirma que não é desejo seu chocar as pessoas, mas “temos que admitir que é um absurdo que pais, ou responsáveis, permitam que seus filhos e filhas transem dentro de suas casas, com respectivos parceiros”. 

Inaceitável, segundo ele, a tentativa de justificar por razões de segurança (assaltos, por exemplo). “... difícil acreditar na existência desse falso modernismo, dessa mentirosa liberdade sexual, desse descredenciado “amor livre”. O que se acha escancarado aí, é a licenciosidade, a falta de autoridade... fazer, de suas residências, prostíbulos”.

Adésio defende a ideia de que os jovens só deveriam se iniciar sexualmente quando houvesse um compromisso assumido, evitando, entre outras consequências negativas, a gravidez indesejada. “não é saudosismo”, diz ele, “nem viver desatualizado, é ser medíocre”. E alude à desvalorização da família e banalização do sexo. E prossegue: “... emudeceu-se a decência, amordaçaram o respeito, valorizou-se a prática sexual irresponsável, descompromissada, a busca única do atendimento da libido. Nessa prática sexual acintosa, o que mais existe é a total ignorância, quanto ao aspecto divino da utilização da energia sexual”.

“Sabem por que os pais são permissivos?”, pergunta e responde: “Porque educar, orientar, encaminhar jovens e crianças é missão e exige devotamento, muita luta, muita perseverança, renúncia, sacrifícios e, sobretudo, crença em Deus... essa liberdade... justificam-na como uma forma de abolir preconceitos e rever conceitos novos sobre sexualidade... Vida sexual livre, sim, quando tiverem condições de sobrevivência, sem depender de papai e mamãe... Isso se chama vida sexual responsável, e não aquela em que avós, tias e outros parentes passam a ser babás de filhos de netos, sobrinhos e apaniguados.”

Próximo do fim do texto, uma triste constatação: “Os valores do matrimônio estão sendo jogados fora, sem dó nem piedade; esta a conclusão a que se chega, inexoravelmente. O sexo era algo possuidor de forte atrativo, num passado não muito distante. Deixou de se; foi banalizado pelos pais e mães “modernos” de hoje”.

Claro, acrescentaríamos nós, há muitos outros fatores, além do comportamento familiar que atuam conjugadamente para esteado de coisas, fugindo mesmo, ao controle dos pais, mas a estes, sempre deveria caber a maior responsabilidade. A pusilinamidade paterna, seu despreparo por falta de autoeducação, comodismo, falta de tempo, etc levam, sem dúvida, não só a esse tipo de problema, mas também a muitos outros, como as drogas, o vandalismo, aos abusos no trânsito e tantos outros.

 

Análise científica da teoria da apometria

 

O artigo com o título acima está assinado por Alexandre Fontes da Fonseca, professor de Física da Unicamp, publicado na revista FidelidadEspírita www.nossolarcampinas.org.br (ed. n° 118, de jul-ago-set/2013). Aliás, trata-se de uma edição especial, toda ela dedicada ao tema acima, tendo, inclusive, outro texto assinado pelo mesmo articulista (“O que é apometria e diferenças entre ela e o Espiritismo”), com quatro páginas.

Já o mencionado no título possui a extensão de 14 páginas. Por isso faremos um breve resumo e os interessados poderão procurar acessar o conteúdo na íntegra através da fonte original. O fato é que, diante da exposição do professor Alexandre, embora sempre possível o confronto direto com os livros que tratam do assunto, difícil não se convencer que a apometria está muito distante do Espiritismo. Praticamente não sobra pedra sobre pedra da tal teoria. Mas vamos ao texto.

Por pretenderem os partidários enquadrar a apometria como uma teoria científica a partir de “normas metodológicas utilizadas pelas ciências experimentais”, o autor dividiu o trabalho em quatro partes: descrição de diversos conceitos e equações da apometria com apontamento de falhas que demonstram equívocos na proposição e incoerências com os conceitos da Física e da Matemática; contradições internas; análise da validade relativa de argumentos não-científicos em favor da apometria e conclusões.

Na primeira seção o articulista examinou os conceitos de matéria, energia e espaço, salto quântico, corpo astral material, despolarização magnética de estímulos da memória, equação ‘força mental, força vital e equação Poynting; equação ‘energia do pensamento’; equação ‘massa quântica de fóton’ e equação ‘deslocamento do Espírito’.

Na seção II as contradições: tempo e espaço não existem na dimensão espiritual; vetor força mental; “vento solar” como meio de eliminar ambientes magneticamente “pesados”; deslocamento dos Espíritos. Na seção III as justificativas não científicas: apometria é correta por dar bons resultados; a apometria é válida por ser feita com amor; a apometria é válida por causa do depoimento de autoridades espíritas; a apometria é 100% Espiritismo, tudo isso, obviamente desmontado pelo autor.

Conclui o professor Alexandre que a apometria não representa um avanço científico e sim um retrocesso devido aos diversos erros de natureza científica e filosófica. Ela não é capaz de encarar de frente a razão da Física e da Matemática. Embasando seu arrazoado, ele utilizou 27 apoios bibliográficos.

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