ADE-PR: Associação de Divulgadores do Espiritismo do Paraná

Especial

Marca de nascença no menino Ian é evidência a favor da reencarnação. Assista o vídeo clicando aqui.

Jornal Comunica Ação Espírita | 134ª edição | 07 de 2019.

As diferentes vivências e aprendizados de cada fase do ciclo da vida

Como bem sabemos, a vida não inicia no berço e não acaba no túmulo. Mesmo em termos de vida biológica, o conceito inclui o período da gestação já a partir da concepção.

Porém, a solidariedade entre as múltiplas reencarnações são alinhavadas pelos acontecimentos assinalados não só durante as experiências com o uso do corpo físico, mas englobando os intervalos entre as mesmas, o denominado período de intermissão.

A matéria que trazemos nesta edição à página 5 constitui a primeira parte deste esforço em apontar as peculiaridades inerentes a cada fase do desenvolvimento do espírito humano durante o que poderíamos chamar de ciclo reencarnatório.

Pode parecer estranho, mas ao invés de começar pelo momento que a vida por aqui se inicia, ou seja, pela concepção, optamos pelas vivências que se seguem à desencarnação por julgar que esta fase representa a transição entre a encarnação que se finda e a seguinte cujo objetivo já se prenuncia.

No texto presente revisitaremos algumas informações sobre os eventos que sucedem à morte física, a começar pelo estado de perturbação, caminhando para as temporadas de estudos e avaliações e, na sequência, os preparativos para o renascimento. Num segundo momento recapitulamos a situação da alma em vias de reencarnar, já ligada ao ventre materno.

Importante que para todo indivíduo, independente da fase em que se encontre, infância, adolescência, juventude, maturidade ou velhice, quer por iniciativa própria ou auxiliado por terceiros, possa maximizar as respectivas oportunidades de aprendizado e progresso, complementados com as vivências obrigatórias da dimensão extrafísica.

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