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Jornal Comunica Ação Espírita | 69ª edição | 09 de 2008.

A Revista de Kardec: 2º semestre de 1866

Em julho Allan Kardec escreveu sobre o fato de alguns Espíritos assinarem comunicações com o nome precedido pela qualificação de santo, o que até hoje tem despertado algumas críticas. Tal tema surgiu após se manifestar num grupo distante alguém que se autodenominou de “São José, santo, três vezes santo”. Um outro Espírito, indagado ali mesmo a respeito, recomendou que não se lhe desse ouvidos por se tratar de alguém muito, orgulhoso e que os realmente superiores assinavam, apenas “Espíritos de verdade”.

Mas Kardec aponta algumas correções também nestas declarações. Para o codificador, o fato de certas entidades usarem a palavra “santo” antes do nome, tais como em Santo Agostinho, São Luis, São Tomás, não denota orgulho, somente um modo de precisar a identificação, uma parte integrante do próprio nome. Concorda, porém, sobre o visível exagero do primeiro comunicante.

Finalmente, em relação a Espírito Verdade, Kardec garante que esta qualificação “não pertence senão a um só... aliás, esse Espírito se comunica raramente e apenas em circunstâncias especiais”.

No meio espírita, ainda hoje, especula-se sobre a verdadeira identidade deste Espírito de escol que orientou todo o trabalho de organização da Doutrina Espírita. Para uns tratou-se de um nome genérico para uma falange de entes superiores encarregados de trazer aos homens aqueles ensinamentos . Para outros foi o próprio Cristo. Kardec chegou a dar indicações de que isto poderia ser verdade, mas também, em certa ocasião, pretendeu identificá-lo com um grande filósofo da Antiguidade.

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